Se um ser vivo pode se autodenominar o mais bem-sucedido na história da vida na Terra, com certeza, são os artrópodes. Desde o Anomalocaris, o monstro de milhares de olhos, até o tatuzinho de jardim, passando por insetos, aracnídeos, crustáceos etc, os artrópodes, com seu exo-esqueleto protetor, tem se dado muito bem neste mundo selvagem. Você pode se achar o máximo, mas só há uma espécie humana; se você pensa que isso o distingue dos demais animais, saiba que muitos animais possuem apenas uma espécie e um celacanto não parece um perfeito exemplo de espécie dominadora.
É tolice reinventar algo que já existe mediante os bilhões de anos de evolução biológica, selecionada todos os dias e resistindo bravamente por ter as melhores adaptações mediante os diferentes ambientes. Com este pensamento, cientistas olham pros artrópodes e buscam "dicas" de novos materiais mais resistentes.
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Estamos em dezembro e todos estão escrevendo cartinhas pro velho tarado de vermelho (me refiro ao Papai Noel, aquele pedófilo comunista). Fico imaginando as pobres criaturinhas que acreditam em cobras falantes e pedem em tudo que é site por provas (mais?) da Evolução, pedindo trocentos elos perdidos. Papai Noel ainda não voa a jato pelo céu, e precisa alegrar os amados seres que puxam sua carroça, digo, trenó. Assim, o que temos? Temos, escondido no sapatinho, que pesquisadores da Faculdade de Medicina de Harvard (ou Harvard Medical School – HMS) desenvolveram uma técnica onde podem prever a estrutura de uma determinada proteína que será codificada por um trecho do DNA. Qual o processo que usaram para isso? Adivinhe!
Na Química Industrial, um dos mais importantes compostos é, com certeza, o ácido sulfúrico. Sua produção e utilização, mediante seus múltiplos usos, é um dos principais indicativos do grau de industrialização de um país. Assim como o H2SO4, os vários tipos de ácidos derivados do fósforo são muito importantes e um dos principais é o ácido ortofosfórico (H3PO4). Entretanto, ele não é o único. O ácido fosforoso (H3PO3) possui múltiplas utilizações. Normalmente, ele apresenta tautomeria, isto é, ele permanece em equilíbrio químico dinâmico, mudando sua configuração molecular, conforme é apresentado abaixo.
Tem algumas coisas que eu sinto falta. Entre eles é o prêmio Dragão Invisível, oferecido pelo finado blog do Dragão da Garagem. Eu proponho a restauração deste prêmio, afim de oferecê-lo às mentes criativas e suprainteligentes da União Europeia, que, segundo suas "valiosíssimas pesquisas", ficou-se demonstrado que água não serve para prevenir desidratação. Cachaceiros agradecem comovidos e resolveram comemorar no pub mais próximo, com um copo de aguardente.
Se você é alguém com um tanto de curiosidade, deve ter se perguntado porque soro fisiológico não é água pura, e sim uma solução de cloreto de sódio a 0,9%. Isso é explicado pela pressão osmótica do sangue. Dessa forma, injetar uma solução que não está em perfeito equilíbrio físico-químico com nossos fluidos corporais pode acarretar um monte de coisas e a maioria delas não é nada agradável.
Eu sempre leio (o mais que posso) todo tipo de publicação científica. Isso me ajuda a me manter informado, ajuda nas minhas aulas e ajuda a trazer mais informações para vocês. O problema é que muitas dessas publicações são "mais do mesmo". Eu, ainda assim, trago estas notícias à guiza de informar e falar mais sobre algo que (ao menos para mim) é algo que não tem nada de novo, mas é desconhecido por muita gente. Portanto, este será mais um capítulo no Livro dos Porquês.
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Uma das maravilhas químicas que aconteceram na Terra, ao meu ver, foi quando o oxigênio passou a existir na atmosfera. Até então, apenas bactérias anaeróbias, fungos e alguns toscos que caem de paraquedas aqui poderiam “respirar”. Quando eu falo de “respirar” não quero dizer estufar o peito e encher os pulmões de ar, já que há cerca de 3 bilhões de anos ninguém tinha pulmão, nem mesmo sapos tinham e por motivos óbvios. Aos poucos, isso foi mudando, até chegarmos na maravilhosa mistura de oxigênio e nitrogênio que temos hoje; entretanto, novas pesquisas indicam que o aparecimento do oxigênio pode ter acontecido antes do que se imagina. Saberemos mais sobre isso com o Livro dos Porquês.
Você está no ar. O homem a pegou, rodopiou e a jogou pra cima. A gravidade para por poucos décimos de segundo, e você está livre no ar, como os pássaros. As forças gravitacionais param de agir por instantes, porque as forças que a impulsionaram para cima compensaram. Você está livre! O homem embaixo ri e você se delicia, olhando para o mundo do alto; e ainda que esteja prestes a despencar de volta, podendo cair no chão e virar um amontoado de ossinhos quebrados, não teme mal algum, pois nenhum pai deixaria sua filha cair no chão e a criança tem plena confiança naquele adulto risonho.