Químico eletrocuta bactérias e elas ficam serelepes

Lembram do artigo sobre a bandagem elétrica que acaba com biofilmes de bactérias? Aí você ficou: MUAHAHAHAHA, mete eletricidade nessas disgramadas e mandem-nas pro Inferno das Bactérias. MUA-HA-HA! Agora, imagine que você está dando um rolé num parque e vê uns caras colocando eletrodos numa piscina natural para dar uns choques no que tiver á e descobre que as bactérias lá não só estavam vivinhas da silva como adorando a eletricidade a ponto de se alimentarem dela. Bizarro, não?

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Sensor fluorescente para diagnóstico barato de fibrose cística

Fibrose cística é uma bosta de doença. Tendo causa genética e hereditária, esta tristeza é causada por um gene que deu bug, sendo transmitido tanto pelo pai quanto pela mãe. Esta doença leva ao mal funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Os ductos pancreáticos são inundados pela secreção mais viscosa, o que impede as enzimas digestivas atuarem no intestino, acarretando má absorção de nutrientes, maior número de evacuações diárias e eliminação fezes volumosas, com odor forte e gordurosas. O fígado acaba sofrendo inflamação por causa do acúmulo de bile e se desgraça pouca é bobagem, o aparelho respiratório se ferra de vez, com o pulmão produzindo um muco espesso que acaba obstruindo as vias aéreas e virar um lindo e charmoso viveiro de bactérias.

Seria legal se pudéssemos ter um sistema de diagnóstico eficiente, certo? Bem, um novo teste de diagnóstico para a fibrose cística promete uma maneira mais barata e mais fácil de detectar a doença. Com aquela coisinha inútil, segundo o deputado Izalci Lucas, chamada “Química”.

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Como pássaros mergulham com segurança em altas velocidades?

Eu não sei se você foi a alguma praia. Espero que tenha ido e visto aves mergulhando para “pescar”, isto é, pegar a sua refeição peixística, descendo rápido à beça, muitas vezes chegando a 80 km/h. se eu e você mergulhássemos rápido assim, estaríamos ferrados, mas isso porque não fomos selecionados para fazer esta insanidade.

Uma pesquisa da Virginia Tech procura explicar como as penosas conseguem dar estes mergulhos em velocidade mucho loka.

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Robôs imitam cupins na arte de construir coisas

A engenharia veio para corrigir os problemas do mundo, nem que ela invente o problema antes para poder consertar. E, de acordo com engenheiros, se algo não precisa de conserto, é porque está com perda total.

Claro, engenheiros sabem que eles não têm motivo nenhum para criar algo absolutamente do zero, se alguém criou algo eficiente. Nesse caso, são os 3 bilhões de anos de evolução biológica. Por isso, porque criar um sistema de construção do nada, se cupins já fazem isso excelentemente bem? É o que cientistas de Harvard estão pesquisando.

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Cientistas constróem orelha com uma impressora 3D

A onda agora são impressoras 3D. Eu quero uma pra mim. Poderei construir muitas coisas, exceto armas e a Cicarelli na praia, pois senão serei proibido. Eu quero uma impressora 3D, você quer e até sua avó iria querer para poder fazer artesanato. Só que enquanto pensamos besteiras sobre o que poderíamos "imprimir", pesquisadores da Universidade de Princeton tentaram, conseguiram e imprimiram algum um pouco mais prosaico e bem mais complicado e útil: uma orelha (ouvido externo é o cacete!).

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Paraplégico volta a andar com ajuda de pernas biônicas

6million-man.jpgPor muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!

Hayden Allen viveu na pele este infortúnio. Por causa de um acidente de moto há alguns anos, Allen ficou paralisado do peito para baixo, sem a menor capacidade de andar, já completamente desenganado pelos médicos. No entanto, os inventores Richard Little e Robert Irving decidiram que não podia ser simplesmente assim, pois eles tinham a tecnologia capaz de fazer Allen voltar a andar. Talvez não mais forte ou mais rápido; simplesmente, andar novamente. E fizeram!

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