Tuberculose, por muitos e muitos séculos, era uma das condenações à morte mais eficientes dada pela Natureza. Não por acaso, aparece em muitas obras literárias como carrasco cruel, como é o caso de A Dama das Camélias e Floradas na Serra. Entretanto, graças a Jeová , digo, à Ciência, hoje não é mais tão complicado assim. Só que não existe almoço nem Evolução de graça. Por causa da Seleção Natural, cepas de Tuberculose acabam se tornando resistentes aos antibióticos. O que se faz?
O que se faz é Ciência! Cientistas estão usando sequenciamento de DNA para detectar a propagação de tuberculose multi-resistente entre pacientes.
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Sua arrogância o faz pensar que o Homo sapiens é a espécie mais bem sucedida do planeta? Bem, sim e não. Mas dependemos muito de nossa tecnologia ou já teríamos indo pro saco. Enquanto espécie, somos bem ridículos. Já os artrópodes, enquanto filo, são muito mais bem sucedidos, adaptados, com uma armadura natural digna do Homem-de-Ferro, mas no máximo seria um herói de queratina (e não, gente. Homem-Formiga é ridículo. É o Aquaman da Marvel!)
O autismo é um dos grandes problemas da Medicina. O problema é que ainda não se entendeu direito como aquela porcaria funciona, o que faz o cérebro funcionar de modo errado, da mesma maneira que você segura seu iPhone 4. Você achava que aquilo já era ruim o bastante (apesar de gente idiota fazer Dia do Orgulho Autista, coisa que não entra na minha cabeça), pesquisadores de mais de 50 laboratórios disseram ter identificado mais de 100 genes mutantes em crianças com autismo, e pior! Nenhum deles as fará soltar jatos de energia pelos olhos ou ter fator de cura.
Se até agora você não se convenceu que dinossauros eram os ancestrais diretos das aves, não serei eu quem irá lhe convencer. O problema era explicar como patas se transformaram em asas. Se bem que também era complicado explicar que camisa suja jogada num canto não fabricava ratos.
A famosa frase de Yuri Gagarin, dizendo que a Terra é azul (que, na verdade, ele nunca disse. A frase certa é algo como “Através da janela, eu vejo a Terra. O chão é claramente identificável. Eu vejo rios e as dobras do terreno. Tudo é tão claro…”) mostrou como o mundo era maior, mas mais simples, do que o Homem imaginava. Mas a mais icônica foto é aquela que mostra o “nascer da Terra” em plena superfície lunar. Mas, como foi isso?
No planeta Aurora, Jander Panell é assassinado. Para investigar o caso, o detetive Elijah Baley precisa entender todo os fatos e o principal é: Quem iria querer matar um robô? Aí começa a trama do livro Robôs do Amanhecer, de Isaac Asimov, no qual discute-se, mais uma vez, o papel dos robôs em meio aos humanos. Mas, acima de tudo, o problema é "por que não matar um robô?" Qual a diferença entre puxar a tomada de um robozinho (ou robozão) e desligar os equipamentos de suporte de vida de um paciente terminal?
Para começar, o que é um exoplaneta? É de comer? Seria, mas só se você fosse o Galactus. Um exoplaneta é, como o nome diz, um planeta "de fora", planetas bem longe, que orbitam outras estrelas, tendo seu próprio sisteminha. O primeiro a ser descoberto foi o HD 114762 b, em 1989, e situado na constelação de Comma Berenices, a uma distância módica de 132 anos-luz, oque em termos leigos significa "longe pra cacete!".
Todo mundo sabe que Ciência não serve para nada. Esse negócio de medicamentos, vacinas e até o computador que você está usando é coisa da Matrix. Nada disso é real, como querem dizer nossos caros amigos filósofos, que correm para primeira farmácia quando estão com dorzinha de cabeça.
Em qualquer reunião com pedagogos eu tenho desgosto. É uma dor que corrói a alma, e eu não posso me livrar dela. Numa reunião hoje, eu vi soltarem a seguinte pérola "O senhor tem um projeto de ensinar computação aos alunos. Acho que eles são muito novos pra mexer com computador".
Ser mulher no ramo científico e tecnológico sempre foi complicado. Aliás, qualquer atividade profissional sempre foi relacionada com outras profissões (algumas consideradas como a mais antiga delas). Em 1873, o médico senhor doutor Edward Clarke publicou o que seria uma verdadeira cartilha do lar: o livro