Todo ano o Governo faz campanha Novembro Azul, que em síntese é pro cara parar de frescura e ir no médico verificar sua saúde. Ficam de frescurite “ain, não quero ninguém enfiando o dedo na minha bunda. Sou machão e não permito. QUI ÓDIOOOOOOO”. Já começa que urologistas mandarão você fazer um exame de sangue para saber a quantas andas. Entre elas o exame de PSA (Prostate-Specific Antigens, ou Antígenos Específicos da Próstata). Mediante o resultado é que ele vai fazer o exame de toque. Então, por machismo imbecil (desculpem o pleonasmo) o sujeito acha, sei lá, que o médico vai correr pela rua berrando “GENTE! GENTE! ACABEI DE ENFIAR O DEDO NO CU DO EPAMINONDAS HAUAHAHAHAHAHA” no legítimo dedo no cu e gritaria. Não, o médico não fará isso. As pessoas só saberão se você contar. Ademais, mulheres passam por coisas piores e não reclamam. Não dá nem pra chamar esses caras de mulherzinhas.
Claro, a Ciência evolui e outros (e melhores) métodos de detecção são sempre bem-vindos. O problema é catar células cancerosas, e o ideal é sempre descobrir o mais próximo do início.
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Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
Nossos corpos são fantásticos mesmo nos menores movimentos. Se nosso cérebro fosse um computador, ele teria vários loops e sistemas recursivos para fazer movimentos simples, como o de uma pinça usando os dedos. Não apenas isso, mesmo no escuro, seu cérebro sabe onde cada membro está. Se você estiver num quarto escuro e fechar os olhos, se lhe disserem para juntar a ponta dos indicadores de cada mão sobre a cabeça, seu célbo se encontra lindamente. Se você, meu amigo, quiser ir urinar de noite, no escuro, não vai precisar ficar procurando o seu “amiguinho” (achar o vaso é outra história, o que fará a sua devotada cônjuge ter arroubos de loucura pelo chão todo molhado). O problema é que isso, apesar de parecer simples, é um problema para quem projeta próteses. O cérebro não as encontra direito. Mas isso parece mudar com uma nova tecnologia da Cleveland Clinic
Câncer não é legal, todo mundo sabe disso. O tratamento, ainda que cure 80% dos casos de câncer (que envolve quase 200 tipos de doenças), acaba debilitando muito a pessoa, já que acaba afetando outras células não-cancerosas. Claro, você pode acreditar que a Big Pharma quer que todo mundo se ferre, impedindo a pesquisa de novos medicamentos. Ou pode viver no mundo real e saber que uma equipe de pesquisa da Universidade da Califórnia descobriu uma maneira para que um remédio usado em quimioterapia bata direto em células de câncer migratórias ou circulantes.
O dependente químico chega no Hospital. Ele precisa da substância. Ele está em crise e é questão de tempo; médicos e enfermeiras precisam agir rápido. Primeiro, avaliam se basta dar um pouco da droga da qual o paciente depende, seguido de hidratação. Mas o paciente parece estar em estado mais grave: metabolismo anaeróbio, aumento de cetoácicos, queda de pH, alteração de eletrólitos como sódio e potássio… é preciso agir mais rápido ainda! Correção das alterações dos eletrólitos, reestabelecimento do pH, verificar se tem alguma infecção associada… isso tudo entre outros procedimentos, para, no fim, administrar mais um tanto da substância química da qual aquele paciente diabético tanto necessita: insulina.
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.