A Aventura Humana é curtíssima se comparada com a história do planeta. A história do planeta é ridícula em relação à história do Universo. Em contexto universal, o ser humano é menos que poeira e só alguém bem humildemente arrogante acha que temos algo de especial, já que algo demora 14 bilhões de anos para que amebas de duas pernas possam saracotear pra lá e pra cá, achando-se o máximo.
O vídeo a seguir conta a história do Universo. A nossa história em termos bem amplos, mas levando apenas 1 minuto de duração. 1 minuto que vale várias e várias vidas.

Diz-se que a Ciência é feita de fatos, assim como uma casa é feita de tijolos. Mas assim como um punhado de tijolos não são uma casa, a Ciência não é apenas um punhado de fatos. Entretanto, o mundo tem suas peculiaridades e tais podem ser um chamariz para entender o mundo em volta. Foi o que o Museu de Ciências no Canadá fez para divulgar o seu trabalho.
Acredite em mim quando eu falo: você não gostaria de encontrar uma mamba-negra pela frente… nem pelos lados e muito menos por trás. Aquela criatura infernal – mais conhecida pelos cientistas como Dendroaspis polylepis – é simplesmente uma das cobras mais peçonhentas do mundo. Só não digo que é má feito o pica-pau porque não rimaria.
Todo mundo conhece mitocôndrias. Aprendemos desde o Ensino Fundamental que elas são responsáveis pelo fornecimento de energia da célula. O que pouca gente sabe é que ela não é natural de nós, e sim uma bactéria com DNA próprio, que passou a viver conosco por endossimbiose. Outro exemplo de endossimbiose é a relação das plantas com seus cloroplastos. Todas as algas eucariontes (que possuem membrana nuclear) também possuem cloroplastos. O interessante que estes cloroplastos são, na verdade, descendentes de antigas cianobactérias (algas azuis). Agora, descobriu-se que outro tipo de cianobactéria acabará se tornando organela também.
Duas coisas que nós, fãs de ficção científica, amamos é a chamada Velocidade Warp (ou Velocidade de Dobra, Dobra Espacial, Hiperespaço etc), onde podemos cruzar distâncias enormemente gigantescas num piscar de olhos.
Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.
Ok, Colombo achava que a Terra era redonda feito melão, enquanto a ideia reinante era que o planetinha azul estava mais para ter formato de pizza. Só que Colombo estava meio equivocado, mas nem era culpa dele; seu raciocínio era primoroso (apesar de não ter sido o único a pensar assim). Hoje sabemos que a Terra tem um formato todo especial. Ela é um elipsoide, sendo achatada nos polos e mais "larguinha" na linha do equador.
Antes que algum exterminador apareça do nada na sua sala, é preciso que batedores sondem o local. Claro que esse negócio de apocalipse robótico não é tão simples e é preciso tomar cuidado, pois se algum desses batedores aparecer aqui no Rio, em menos de um dia estarão sendo vendidos na rua Uruguaiana (ou na 25 de março, caso acabem indo pra São Paulo).
Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.
Bom, pelo menos pode não ser seu único avô, já que uma nova espécie humana foi achada na África, e se eu disser que você tem um pézinho no continente negro, não vá me processar por racismo, hein? Se bem que já vi gente reclamando que era racismo se referir à África como Continente Negro. Mesmo porque, se nas Américas temos pessoas de pele vermelha, na Oceania temos marcianinhos.