Cientistas criam pele para toque mais eficiente e à distância

Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.

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Pesquisa procura melhorar desempenho de exoesqueletos

Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.

Pesquisadores da Draper testaram como diferentes fatores podem afetar a usabilidade de exoesqueletos. Eles identificaram parâmetros que precisam ser avaliados e otimizados.

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ONG “veste” estátuas com próteses pros seus membros amputados

Eu não sou de Humanas, sabe? Eu não consigo ter a evolução mental e filosófica para entender certos vieses neoclássistas e como intelectuais austríacos viam o mundo, refletindo sobre as condições birguesas e o avanço da sociedade eugenista. Eu não consigo, portanto, ver nada de ruim em próteses, apesar de alguns acharem que isso é apenas externar eugenia e preconceito. Próteses são uma forma de fazer pessoas que perderam membros terem uma vida melhor, e viverem melhor consigo mesmas.

Assim, um ONG de caridade chamada Handicap International fez uma campanha para conscientizar pessoas, equipando uma série de estátuas de Paris com próteses para os membros. E ficou muito legal.

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Pesquisadores desenvolvem curativo para acelerar cicatrização em diabéticos

Diabetes é uma doença que é mais séria do que as pessoas pensam. Alguns acham que é apenas uma questãozinha boba e basta controlar a quantidade cavalar de doces que comem. Uma pena que não seja tão simples. O metabolismo vai pro cacete e em muitos casos feridas dolorosas nos pés aparecem e são difíceis de tratar. 24% das pessoas com essas feridas acabarão tendo que amputar os pés; e é melhor isso do que morrer.

Resta trabalharmos para minimizarmos isso. Será possível? O pessoal da Engenharia acha que sim.

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Amputados controlam próteses de forma inconsciente

Diferente de Deus, a Ciência não odeia os amputados, não importando o que o japa filosófico diz. O que a Ciência odeia é ver tanta tecnologia não sendo aplicada, mas cientistas resolvem isso rapidinho. É uma questão de tempo e dinheiro, e algumas empresas têm de sobra, como a Össur, cuja página brasileira diz que é uma empresa líder mundial em sistemas não-invasivos de ortopedia que oferece tecnologias avançadas e inovadoras dentro dos campos de próteses, órteses e materiais terapêuticos. Em outras palavras, faz próteses.

Muitas empresas fazem próteses, mas a Össur (será que eles pensaram que acabaria num trocadilho em português?) desenvolveu uma prótese que recebe ordens direto do cérebro.

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Amputado controla mão biônica por método não invasivo

Próteses para amputados, aqueles que Deus odeia, existem aos montes. Muitos respondem com o simples pensamento, abrindo e fechando a mão, movendo os dedos dos pés etc. Temos próteses em que você baixa o arquivo necessário e imprime numa impressora 3D. Conseguimos avanços a cada dia. Sejam para soldados voltando da guerra, seja para crianças que nasceram com alguma má formação.

As próteses mais maneiras precisam ser conectadas aos fisicamente aos nervos do paciente, de forma que seu cérebro passe as informações até o membro (não, não este). Mas e se pudéssemos fazer isso de modo não-invasivo?

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Com uso do pensamento, homem mexe duas próteses ao mesmo tempo

Uma das coisas que eu mais acho maneiras são os trecos que saem do DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency, Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa). Berço de grandes inovações e de coisas que irão antecipar o apocalipse robótico, como robôs que sobem escadas ou que vem com garras para nos capturar em pleno voo, enquanto seu coleguinha joga blocos de concreto em black blocks.

O que pouca gente sabe é que a DARPA possui um departamento de tecnologias biológicas (pois por enquanto nada melhor que um soldado para ajudar outro soldado). Como o grande problema são membros perdidos aqui e acolá, o pessoal do DARPA tem um laboratório exclusivo para próteses. Agora, pense que você possa usar o poder de sua força de vontade para ativar o anel energético duas próteses? Ficção científica? Não mais!

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