Imaginem a cena. Você, Grande Lúcifer, Senhor dos Infernos, Príncipe das Trevas, Lorde da Maldade, Líder dos Demônios, Expressão Máxima do Mal. Alguém vem e fala contigo e faz um pacto. Você, Ó Desprezível, quer espalhar o mal, a perversão, carregar todo mundo pra maldade, fazer todo mundo cheirar maconha e fumar cocaína. Mas não. A criatura que contrata seus serviços quer apenas zoar o casamento dos outros. Eu acho isso uma Ofensa a Lúcifer, Nosso Senhor.
No caso em questão, uma dona ficou bolada com a relação extraconjugal do pai, resolveu fazer uns unga-bunga, apelando pra Vodu. E nós sabemos muito bem para que é e o que é Vodu. Continuar lendo “Vodu não garante Justiça e ainda ferra a sua vida”

As pessoas acham lindas essas fanfics retardadas com crianças de 4 anos dando lições de moral por aí. Inventar histórias pode não dar em nada, mas pode acabar em tragédia. Você pensa que a mídia tem responsabilidade de não veicular qualquer coisa, mas não é verdade e um dos mais evidentes casos de como o jornaleirismo irresponsável pode acabar com a vida de alguém é o caso da Escola Base. Alguém tirou da cavidade retal que era um lupanar, um antro de devassidão, com uma legião de pedófilos que abusava sexualmente de criancinhas pequenas. Nenhuma prova, mas se o jornal falou é verdade. A vida dos diretores do colégio foi destruída, nunca mais se reergueram, apesar de ganharem ações judiciais. Ainda assim foi pouco pelo que eles passaram.
O Brasil que odeia Ciência tem zilhões de especialistas, mesmo sem serem especialistas em bosta nenhuma. Como eu falei no vídeo sobre
É um erro comum achar que o Brasil é um país laico. Ele não é laico, nem é teocrático. O Brasil carece de uma classificação própria. O Brasil é o Brasil. A prova disso é a total falta de noção em todos os 3 Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Os dois primeiros é por culpa da população burra que os elege, mas e o Judiciário? Nós não elegemos juízes (não que se o fizermos será algo melhor).
Uma das historinhas mais divertidas da Bíblia é quando Salomão apartou briga de lavadeiras que estavam indo nas vias de fato para saber de quem era o filho. O rei jogou um migué que ia cortar a criança ao meio e dar a metade para cada uma. Uma disse "tamos aí", enquanto que a outra (de cabelo cheio de laquê e com a cara cheia de maquiagem) diz que Jacó Caldero de Almeida Santiado devia ser entregue à outra. Salomão estufou o peito que nem pombo, afiou os bigodes e ajustou seu pince-nez dizendo "minha filha, o filho és teu". É uma história babaca, pois se fosse verdade, as duas continuariam a disputa e mãe de verdade lutaria até à morte. Assim são as mitologias.
Se tem duas coisas que realmente infinitas é a ignorância boçal das pessoas e a estúpida ideia que querer aparecer. O Universo, sabe-se, não é infinito. Quando alguns desses idiotas usam terninhos lindinhos e enchem a boca (não nesse sentido) para dizer que são advogados, temos o vislumbre do desastre.
Recentemente, o exame unificado da Ordem dos Advogados do Brasil ganhou, novamente, espaço no noticiário nacional. Problemas relacionados com a prova prático-profissional deste último (2010.2) alimentaram a chama da discórdia entre os bacharéis que dividem opiniões. Em meio a indignação dos acadêmicos e dos recém-formados ressurge a questão: Por que o exame de ordem é importante para a sociedade?