
– Jim…
– Eu sei, Spock, eu sei!
Imaginem que, no atual ritmo, baleias estão caminhando para extinção. Um exemplo seriam as baleias jubarte. Essas gigantes do gênero Megaptera (o mesmo gênero da baleia azul, o maior de todos os seres vivos ainda dando um rolê por aí) são… bem… grandes, né? Além de serem famosas pelo seu canto e sua capacidade de migrar por uma distância de 25 mil quilômetros por ano. A caça comercial de baleias reduziu drasticamente os números de baleias. Os Estados Unidos listaram todas as baleias jubarte como ameaçadas de extinção sob o Ato de Conservação de Espécies Ameaçadas em 1970, e depois sob o Ato de Espécies Ameaçadas em 1973. Atualmente, a população estimada é de cerca de 80.000 espécimes.
Não seria legal poder dar uma olhadinha nelas lá, lá do alto? Tipo, uma nave klingon? Não? Bem, não importa, senhores. Nós temos a tecnologia.
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Hoje é um dia importante na minha vida. Não sei se é tanto para vocês, mas pra mim é. É um dia que em meu coração ficou como um marco, um divisor de águas. Quando antes era tudo trevas, a iluminação chegou e vimos que nossas vidas, apesar de tantas mazelas, tantas desgraças, tantas desavenças, tanto disse-me-disse, tanto governo que mal se importa com o que é realmente importante, no dia de hoje ficou marcado como um ponto que a linha temporal mudou e tudo se tornou mais claro, mas lindo, mas perfeito.
Angkor é uma maravilha sem igual. Não que as outroas maravilhas sem-igual sejam melhores ou piores que Angkor.
Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
Dizem que se você não serviu pra nada mais, acabará sendo professor. Hoje em dia, a frase ficaria melhor da seguinte forma: Se você não aprendeu nada na vida, vai acabar virando youtubeiro. E se o principal que você não aprendeu é exatamente Ciências, muito provavelmente se tornará divulgador científico no YouTube. Hoje, YouTube é que nem papel: aceita qualquer merda e quanto maior a merda, mais sucesso faz.
Todo dia eu vejo pesquisas que são candidatas ao IgNobel. Algumas mais outras menos. Gosto de ler sobre todas elas por saber que são pesquisas reais e até mesmo importantes, mas ainda assim são inusitadas. Imagine que alguns pesquisadores resolveram estudar a feição das pessoas durante um orgasmo; mas não é apenas isso. Traçaram um paralelo com as feições de quando sentem dores, e compararam diversas etnias para saber como cada uma responde.
Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!
