Eu estava aqui escrevendo um artigo sobre peles artificiais, no melhor de divulgação científica. Aí o Ronaldo me traz uma notícia muito importante, sobre um novo canal de divulgação científica. Uma química que explica muito bem os meandros da ciência que estuda as misturas e combinações. Assim, ela criou um canal no YouTube, já que canal de divulgação científica nunca é demais. Mas… sei lá, mas algo me diz que ela fará mais sucesso que eu. Deve ser porque ela tem um quê a mais!
Na verdade, dois belos quês!
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A magnífica estátua equestre de Luis XV, esculpida por Edme Bouchardon, demorou muito tempo para ser feita. Ela foi esculpida ao longo de vinte anos, numa técnica fantástica, tendo sido instalada na Praça da Concórdia, em frente ao Champs-Élysées, em 1763. Foi destruída em 11 de agosto de 1792, em plena Revolução Francesa.
Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.
Sentir dor não é legal. Ninguém gosta de sentir dor. Médicos não gostam que seus pacientes sintam dor. Dor não é doença, dor é sintoma, e se a pessoa está sentindo dor, tem algo de errado. Claro, a necessidade primária é minimizar ou erradicar o sofrimento da pessoa, enquanto se busca o caminho para evitar o que está causando este sofrimento, e é aí que entram os analgésicos. O problema é: quais e quantos analgésicos deve-se administrar? Quanto de dor o paciente está sentindo? Como mensurar isso, pois todo remédio tem efeito colateral em maior ou menor grau, mesmo que seja imperceptível?
Existem boas ideias, ideias medianas, ideias ruins, ideias estúpidas, ideias completamente retardadas e tem a fabulosa ideia de invadir a Rússia, principalmente no Inverno. Com a Aventura Humana mirando outros mundos, como o Projeto Artemis indo em direção à Lua, é preciso que tenhamos logística. Normalmente, a logística esbarra num problema dos mais básicos e mais problemáticos (DSCLP): oxigênio. Eu culpo Darwin, que nos deu a necessidade de termos certas quantidades do gás em nosso sangue para produzir as reações químicas tão importantes que precisamos, enquanto nos mata lentamente.
O mundo é estranho. Enquanto Deus do Impossível, em sua bondosa e misericordiosa presença odeia amputados a ponto de não fazer crescer membros de volta (“é impossível”, disse Deus), pessoal felózofo não só adora amputados, como
O K2-18b chamou a atenção de todo mundo. Foi descoberto água lá. Mas calma, não é água líquida, e sim, tem importância. Apesar das imagens do Hubble indicarem a presença de água no estado de vapor, alguns estão teorizando que tem até nuvens lá. Só que nuvens são água no estado líquido, e a assinatura molecular é diferente.
A NASA pretende voltar à Lua, carregando astronautas consigo. É o Projeto Artemis, a irmã de Apolo, a deusa caçadora, a que vive na Lua. O plano está em levar astronautas (homens, mulheres, mas não javeiros, porque só querem levar gente) na Lua até 2024. Daí, os estagiários se juntaram e celebraram a missão com música. Diferente da FIOCRUZ que faz RAP tosco falando mal de organismo geneticamente modificado, o vídeo ficou legal, inspirado numa música da Ariana Grande. Aumente o som!