Artigos da Semana 26

Estou aqui entretido escrevendo os textos do novo eBook e quase ia esquecendo de postar o resumão dos artigos postados na semana. Não foi lá uma semana de muuuuuuita coisa interessante. Ainda assim, publquei coisas que ao meu ver foram interessantes.

Afinal, vocês querem saber mais, não?

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MAVEN detecta raios ultra-violeta em Marte. Cuidado com o bronzeado

MAVEN é acrônimo de Mars Atmosphere and Volatile Evolution. Sua missão é pesquisar como a atmosfera de Marte se tornou o que é, qual a sua história e como isso pode nos ensinar sobre a nossa própria história. Muito do que acontece lá é invisível aos nossos olhos, ainda que essencial. Nas vastas áreas do céu noturno marciano acontece um imenso bombardeio que nossos ridículos olhos humanos não conseguem ver, mas a MAVEN, sim, é capaz de enxergar: luz ultravioleta.

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O Voo do Dragão

Em 4 de abril de 2018, a cápsula Dragon, da SpaceX foi acoplada à Estação Espacial Internacional. O voo foi gravado em timelapse e as imagens dela volitando ao sabor das forças gravitacionais da Terra e da ISS dão o tom de nossa aventura no Espaço. É um voo poético, lindo e incrível, alcançado graças à nossa engenhosidade e desenvolvimento tecnológico.

Não poderia colocar outra música de fundo senão Danúbio Azul, uma música clássica que o YouTube e o Daily Motion insistem em dizer que tem direitos autorais, mas que, pelo menos, o Facebook não ficou criando (muito) caso.

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Um passeio noturno pela Terra

A Terra é fascinante. Mesmo na escuridão do Espaço, fora da esfuziante luz Solar. Ainda assim a Terra é mágica, pois ela traz a marca de nossa civilização, a marca de nossas pegadas, a marca de nossa história. As luzes de nossas cidades, nossas construções, daquela lampadazinha que ilumina a rua pela qual andamos para voltarmos em segurança é uma marca que nós estamos aqui.

O vídeo a seguir demonstra isso. Mostra como é a nossa maravilhosa Terra no negrume da noite, com luzes iluminando nossa existência.

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Panela de arroz dá aquela força para esterilizar máscaras contra o COVID-19

Em quase 5 meses de quarentena, e desde o início do ano com coronga à solta, máscaras tipo N95 ou PFF-2 são uma necessidade para profissionais de saúde. O problema: comprar. Sim, eu sei que é chocante, mas as coisas nem sempre são de graça. Aliás, quase nunca, pois, sempre tem alguém que paga a conta. Quem sabe se houvesse uma forma de dar uma vida maior às máscaras, esterilizando-as e mandando o corona vírus ou coronavírus ou Sars-CoV-2 ou COVID-19 para a vala?

Bem parece que temos mais um meio e de forma bem barata.

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Eu sou André, do Ceticismo.net. MESMO!

Vocês têm me acompanhado e visto neste último mês o resgate do site e migração do conteúdo para o ceticismo.wordpress.com. Ainda assim eu queria manter o nome Ceticismo.net. Queria que este domínio aparecesse no navegador. Era meu bebê e um pai nunca abandona nenhum dos seus filhos.

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Sonda Juno capta imagens chocantes de Júpiter

Júpiter é um mundo fascinante. Como todo planeta gasoso, ele é praticamente formado por gases (surpreendente, não?). qualquer um com um mínimo conhecimento de Física sabe que haverá a tendência de aparecer eletricidade estática, mas uma descarga elétrica inesperada, surgida em meio a nuvens com uma mistura amônia-água, chamou a atenção. Um dos motivos é pela composição das nuvens serem de amônia. Mas calma que tem mais: não é apenas um raiozinho, mas uma tempestade elétrica violenta do tipo Thor dizendo pra Iansã “pega leve, tia!”

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O corpo safado que fez a Terra levar ferro

Estrelas (entre elas o nosso Sol), são basicamente formadas por hidrogênio e hélio. Naquela imensa fornalha termonuclear, núcleos se fundem produzindo elementos cada vez mais pesados. Dependendo do tamanho da estrela, elas podem explodir sob a forma de supernovas, espalhando todo o seu material estelar. Quanto maior a estrela, mais núcleos pesados são formados. Hidrogênio se funde em hélio, que podem se fundir formando lítio, boro e carbono. Estrelas de massa realmente alta (para padrões de estrelas, e nosso Sol nem é tão grande assim) irão iniciar a queima de núcleos de carbono e estender mais a sua existência. As de massa ainda maior irão também fundir neônio depois de usar o carbono e assim por diante. Isso até produzir ferro, então, tudo muda. A síntese de núcleos mais pesados a partir do ferro absorve ao invés de liberar energia, e a estrela começa a esfriar. Com o tempo, este nucleozão de ferro comporá asteroides. Estes asteroides são capturados pela gravidade terrestre e cruzam os céus; então, recebem o nome de meteoros. Quando caem no chão, a rocha formada é chamada de “meteorito”.

Pronto, resumi bem a origem do ferro no planeta. Já posso abrir uma cerveja porque meu trabalho está feito, certo?

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Como fazer um relógio de Sol?

Os antigos faziam relógios de Sol. Eles são fantásticos e funcionam lindamente (ok, precisa do Sol. E daí?). A arte da gravação sobre o latão ainda é cultivada por um monte de gente. É um trabalho laborioso, demorado, mas quem o faz não tem do que reclamar. É uma obra de are digna dos artesãos antigos.

Angus McFadyen é um artesão. Ele resgata tecnologia antiga e se tornou um ourives. No vídeo a seguir ele fala um pouco sobre a feitura de um relógio de sol

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HiRISE mostra detalhes de sistemas fluviais de Marte

Há anos se busca água líquida em Marte. Um dos motivos é a possibilidade de haver vida lá. Se não tem hoje, quem sabe, tenha havido no passado. Com a evolução de nossa tecnologia, os instrumentos de observação ficaram mais precisos, captando imagens de maior resolução, trazendo mais evidências da existências de antigos rios, lagos e até oceanos planeta-guerreiro.

Um desses incríveis equipamentos é o HiRISE ou High Resolution Imaging Science Experiment (Experimento Científico de Imageamento de Alta Resolução ou Câmera Fodona pra Cacete, como tenho certeza que alguém quis batia. Eu iria querer). As imagens do HiRISE estão entre “Boçal” e “Isso é Feitiçaria”, e agora trouxe imagens detalhadas de um penhasco marciano rochoso que não ficariam feias em nenhum quadro na parede da sala.

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