O mundo da arte fatura milhões e milhões de dólares todos os anos. Isso, como devem imaginar, faz a mão de muita gente coçar, bolando meios de falsificar obras de arte, afim de venderem como se fossem autênticas. Como saber que uma escultura de Rodin, por exemplo é original? Quando os especialistas em arte não conseguem determinar com precisão a resposta, fica a pergunta: Quem poderá nos ajudar? O Chapolim? Não, a Química!
Dr. Marcus Young da Northwestern University, juntamente com os colaboradores do Art Institute of Chicago, determinaram a composição de perfil único de grandes esculturas de bronze da primeira metade do século XX; perfis estes que podem ser utilizados como um outro método para a identificação, datação e até mesmo autenticação desses esculturas. Continuar lendo “Composição metálica garante a identidade de esculturas modernas”

Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?
Das loucuras nossas de cada dia, sempre nos confrontamos com a idiossincrasia humana, capaz de prover as maiores pérolas de uma sociedade. E isso vale não só no Brasil, com bigodões insanos e ex-presidentes vociferantes, mas na Ásia também. De acordo com uma pesquisa promovida pela revista Insight China magazine, chineses declararam que confiam mais em prostitutas que em políticos; da mesma forma, os chineses não confiam muito mais nos médicos.
Convenhamos: achar notícias e informações relevantes neste ambiente anárquico chamado Internet não é pra qualquer um. Às vezes, topamos com uma informação, dica, notícia ou algo que achamos que seja do interesse alheio, por acaso. Assim, muitas pessoas gostariam de compartilhar o achado com outras pessoas, de forma a diminuir a trabalheira, da mesma forma como gostaríamos de encontrar algo de nosso interesse, mas que não tivemos a sorte de encontrar.
A expressão “cego como um morcego” nunca foi cientificamente certa, já que morcegos não são cegos, e sim, eles podem ver muito bem de dia, apesar de seu comportamento noturno. Cientistas do Max Planck Institute for Brain Research, em Frankfurt, e da Universidade de Oldenburg analisaram a sensibilidade das retinas de algumas espécies morcegos e detectaram células cones e pigmentos visuais neles, por meio de análise eletrorretinográfica. A pesquisa foi publicada na
A sanidade parece algo que está se tornando raro por aí. Isso se nunca foi. Um simples giro pelo mundo e vemos as maiores loucuras, bizarrices, imbecilidades e tosqueiras que o ser humano consegue cometer. Que o diga a polícia do estado norte-americano do Texas, onde uma mãe pra lá de louca achou que estava em algum filme do Shyamalan, começou a ouvir “vozes” e, por uma ordem que a estúpida achou vir do Diabo, matou o próprio bebê, decapitando-o.
Responda rápido: O que é que faz chamadas telefônicas, é portátil, toca música e até tira foto? Não responda ainda. Este aparelho ainda tem joguinhos, agenda eletrônica, faz vídeo e podemos instalar aplicativos, funcionando até como GPS às vezes? Resposta? Um microscópio portátil!
O bico do tucano, responsável por um terço do seu tamanho, é o maior dentre todas as espécies de aves. Cientistas já haviam constatado que ele é usado para funções como descascar frutas ou atrair companheiros. Agora, três pesquisadores acabam de identificar uma nova função para essa estrutura: auxiliar na regulação da temperatura corporal da ave.
Um dos maiores sonhos dos escritores de Ficção Científica pode estar mais perto de se tornar realidade do que pensavam! Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.
As pessoas continuam se relacionando bem nas outras partes do mundo. Principalmente na Cisjordância, onde judeus e palestinos convivem harmoniosamente. Pelo menos, é assim que a Cellcom, a maior empresa israelense de telefonia celular, vê a situação. Ou pelo menos, seus marketeiros, o tipo de raça que pode ser muito perigosa.