Eu estava pensando em colocar uma atualização no artigo sobre as aves de rapina do Haiti. Mas não. Isso é tão… sei lá, escapam palavras. Então, vamos partir pra voadora mesmo: o cônsul do Haiti no Brasil achou que o terremoto foi um excelente negócio pra eles, já que isso serve de divulgação. Não satisfeito, o tosco – sem saber que estava sendo filmado pela reportagem do SBT – soltou a pérola da semana ao afirmar que isso é culpa da macumbada que o pessoal faz lá, e ainda completou que africano é um bando de fodidos.
Abalando as estruturas de crentes toscos, esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Cônsul do Haiti no Brasil coloca a culpa do terremoto em macumba”

Para larga maioria das pessoas, computadores se resumem em acessar a Internet e postar besteiras nos Orkuts da vida, servindo de modelo para a imbecilidade humana, virando vedete dos sites que mostram as tosqueiras que andam naquele ninho de aborrecentes acéfalos.
Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixíssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraíso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos caríssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.
Não-fumantes têm uma aversão toda especial pelo tabaco. Além de causar câncer, impotência e vários tipos de doenças, aquilo fede que dói. Entretanto, pesquisadores da Fundação Laboratórios de Biotecnologia da Universidade Thomas Jefferson descobriram um modo de fazer com que a planta do tabaco (Nicotiana tabacum) sirva para algo realmente útil: biocombustível.
Esta notícia pode ser de incrível inutilidade, mas é legal mesmo assim. :D
Me lembro bem de uma frase do filme Jurassic Park: “A vida sempre encontra um jeito”. A sobrevivência de alguns seres vivos é estupenda, ainda mais quando são seres vivos simples, pois a menor especialização faz com que suas necessidades de sobrevivência sejam poucas também. Um perfeito exemplo disso são os micróbios descobertos pelo microbiólogo Brian Schubert, da Universidade do Havaí. Algumas pessoas acham que micróbios são apenas micróbios e pronto. Normalmente, eu não teria como censurá-los, mas deve-se levar em consideração uma coisa muito importante: os queridíssimos micróbios estavam encerrados em um cristal de sal e conseguiram a façanha de sobreviver por 30 mil anos, alimentando-se apenas de restos de algas que estavam presos junto a eles. Este é o exemplo mais convincente até então para estipular a sobrevivência a longo prazo. Vai continuar dizendo que micróbios são todos iguais?
Essa notícia agradará às mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.
Hoje é dia 4 de janeiro, como coisa que vocês ainda não saibam. O que muitos não sabem é que hoje é aniversário de alguém querido e muito especial. Alguém que – como muitos que vieram antes dele, e outros que vieram depois – modificou o rumo da Ciência, lançando novos conhecimentos, novas reflexões e criou novos paradigmas para nossa humilde compreensão do universo.