Eu tenho um lado sádico (Não! Sério??). Não consigo parar de rir depois de ter lido uma notícia. Eu já tinha criticado aquela história do neutrino ligeirinho, citando o dr. Ronald van Elburg, onde ele dizia que aquela baboseira de neutrinos viajando mais rápido que a luz estava errada. Ele mesmo criticou o sistema de medição e o mais curioso é que a experiência que comprovou a velocidade warp dos neutrinos (não que velocidade warp seja viajar mais rápido que a luz e sim "dobrar" o Universo) usou os mesmos critérios de medição. Assim não dá, assim não pode (™Cardoso, Fernando Henrique). Agora, depois que todo mundo festejou bastante como Einstein fora aniquilado por cientistas do século XXI, verei um monte de gente com o rabinho entre as pernas fingindo que não viram a notícia que — é, pois é — pelo visto Einstein não estava errado e realmente houve problemas na medição (uma risada com sotaque alemão flui pelo éter, nos assombrando).
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Uma aranha! Entretanto, não é uma aranha comum e ninguém precisará pegar o chinelo para matar a desgraçada. Ela não está viva, e não é o defunto de um aracnídeo. É um robô, projetado, construído e desenvolvido com um único objetivo: salvar vidas, e isso poderá ser adquirido de forma barata, já que sua força motor será obtida apenas com o auxílio de ar comprimido. Eu quero uma!
A Ciência, enquanto aventura humana, nos traz diariamente coisas maravilhosas. Mas, exatamente por ser humana, de vez em quando nos prega umas peças e nos traz umas notícias um tanto quanto bizarras, e veículos de divulgação científica acabamos trazendo coisas que parecem ter saído de uma ode ao mau gosto, ainda que com sabor temperadinho. Entre tais notícias temos as informações que sapos venenosos, se lambidos, apresentam sabores diferentes. Mas quem anda, em tempos de carnaval, disposto a lamber
Antes que você banque o insano e corra pra primeira loja de produtos naturais — ou casas de suco, mesmo — para se encher de suco de clorofila (coma capim, é mais barato e tem o mesmo efeito), leia todo o artigo. Ao contrário do que se possa imaginar, ninguém vai criar cloroplastos do nada e passar a fazer fotossíntese dentro do próprio organismo. Acho que nem mesmo o Monstro do Pântano fazia isso. A ideia é desenvolver tecnologias de forma que se aproveite os vários joules de energia provenientes do Sol para aplicações práticas. Em nível bioquímico, algas azuis foram as pioneiras em fazer isso com eficiência, para depois se combinarem com plantas por meio de organização simbiótica. Será que conseguimos alguma tecnologia capaz de fazer isso?
Todo pedante que se preze se gaba de conhecer um bom vinho pela sua textura, sabor, coloração e aroma. Eu não tenho pretensões se ser enólogo, não quero saber de que diabos estão falando de textura e nem quero saber de qual fruta o vinho foi obtido. Qualquer coisa, eu peço pela recomendação do garçom, já que não se impressiona mulher pelo pedido do vinho e sim com carros. Nenhuma mulher resiste à minha Variant cor de abóbora!
Eu não sou do tipo de usar blogs para reclamações pessoais. Cet.net basicamente existe para divulgação do Conhecimento (sim, "C" maiúsculo), seja sobre Ciência de uma maneira geral, Geografia, História, Tecnologia (tecnologia NÃO É só sobre computadores), Política etc. Mesmo os meus mais simples posts, como alguns vídeos legais que eu coloco aqui, vêm com um dedo de prosa ou uma breve explicação sobre algo. Nem que eu coloque o quão fascinante foi aquilo que vi. Procuro colocar artigos diários e em janeiro cheguei a colocar 4 artigos num único dia. Quantos sites de divulgação científica vocês veem fazer isso? E lembrando que eu estou postando sozinho ultimamente, pois os demais mantenedores têm sua vida. Nenhum de nós vive do Cet.net e o que arrecadamos com o Ad Sense praticamente é pra pagar os custos com o site.
Algumas coisas são complicadas demais em sua simplicidade. Bom, praticamente tudo é complicado mesmo que não seja complicado. Por isso, eu gosto de brinquedos simples, como um bambolê. Ele não passa de um anel de plástico que não faz nada, não acende luzinhas, não tem som (salvo em movimento), não se move sozinho e nem é preciso energia maior que energia cinética, produzida por organismos biológicos. Como bambolês são diretamente dependentes de seus donos, sem precisar baixar aplicativos (ou, em português retardado, apps), muitas crianças não sabem nem pra que serve. Mas, darei-lhes uma dica: bambolês não servem pra praticamente nada. Só serve mesmo para você se divertir.
As pessoas estão enganadas com o mundo moderno. Muitas pensam compreendê-lo, mas ainda agem nos tempos das máquinas de escrever, cartas e em murais e postes. Não conseguem compreender a Internet como um todo, achando que um mural no Facebook é algo perene, em que a primeira chuva levará o cartaz embora. Escrevem cartas anônimas à caneta tinteiro e esquecem que e-mails tem remetentes, comunidades no Orkut podem ser identificadas, postagens no Twitter podem dar problema. É um erro achar que sua vida lhe pertence e você pode fazer o que quiser. Não pode, e assim que você divulga qualquer coisa, deve estar preparado para a repercussão que aquilo acarretará, que pode não ser nada, mas pode ser uma demissão sumária, como o que aconteceu com uma professora de Ensino Fundamental ao fazer declarações no Facebook para ex-alunos.
O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!
Pelo amor de Hades, gente, façam uma forcinha: NÃO ESCREVAM SOBRE O QUE NÃO SABEM!