Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
Microsoft demorou pra agir, mas acabou tirando o chatbot do ar, com várias pessoas indignadas e outras criticando o futuro da Inteligência Artificial, um bando de manés que não sabem nem fazer uma planilha no Excel. Já eu vi algo fascinante (e não foi com a Thay).
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Um fenômeno atual é aquele que o pessoal polariza tanto uma questão, com um discurso tão inflamado, idiota, tolo e irresponsável que acabam ficando com o mesmo discurso daqueles que eram contra. Uma posição tão diametralmente diferente, mas que parecem ser tão próximos.
Eu não entendo muito de coisa “que avoa”. O especialista disso é o
Pense um paciente com sérios problemas cardíacos (se bem que, para mim, qualquer problema de saúde é serio). Pense que seu médico está muito longe (algo como 10 minutos de distância, o que já pode ser fatal, em alguns casos). Pense que se você rezar pra Jesus não vai dar certo, pois o Nazareno está ocupado convencendo a Charlene Stephanie a voltar pro Hermenegildo Antônio e já está n 3º e ultimo dia. Pense que um sistema automatizado identificaria o problema, resolveria com um pré-atendimento automático, mandasse as informações diretamente para o celular do médico.
As pessoas ainda não entenderam para que serve a tecnologia. Não entendem que as ferramentas existem para nos ajudar no trabalho que deve ser nosso, e não substitutos. No mundinho 2.0, querem que nossos computadores, tablets e smartphone façam tudo, que adivinhem tudo, que nos auxiliem em tudo. caímos para uma geração indecisa, com amor próprio em declínio e auto-estima praticamente inexistente.
As pessoas são imediatistas e pouco interessadas em detalhes. Amam os produtinhos tecnológicos, mas não querem nem saber como ele foi parar ali. Muitos dos nossos bens de consumo vieram da pesquisa básica, a pesquisa pelo saber, apenas, que foi utilizada para promover a produção de itens com fins mais práticos.
Polímeros sintéticos são uma maravilha tecnológica. As muitas aplicações dos plásticos moldaram e moldam o nosso mundo. Mas não existe almoço grátis. A longevidade dos plásticos é seu maior problema, acarretando em poluição. Centenas de milhões de toneladas de plásticos são jogadas foras e boa parte desse montante não são recicladas. Temos que dar um jeito de acabar com eles, e o melhor jeito é por meio de agentes decompositores, como bactérias, por exemplo.