Está dando celeuma a escolha do o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, que além disso é bispo licenciado da Igreja Universal. O principal argumento é que… bem, é Universal, né? Não pode vir boa coisa. Eu acho que devemos ficar com um pé atrás (nas costas dele), o que é válido para vários outros. O problema é: quem vamos escolher. Assim, como quem não quer nada, eu pensei “Botões, ó, botões! Como escolheríamos o próximo ministro do MCTI?”. E meus botões me responderam e isso fez sentido. (se você fala com seus botões, você é um pensador. Se seus botões lhe respondem, procure um psiquiatra).
É muito simples! Basta fazer como no caso do presidente do Banco Central: uma sabatina. Mas o que perguntaríamos?
Continuar lendo “Como selecionar o próximo Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação?”


Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.
Dizem que somos o que comemos. Não é bem assim. É mais como “ficamos da maneira como comemos”. Nossos alimentos deixam marcas, algumas visíveis outras nem tanto. Como dentes, por exemplo. Isso pode ser evidenciado em nossos tatatatataravós, sejam Homo sapiens, sejam neandertais. Se bem que nenhum de nós tem ancestral entre os neandertais, mas isso ainda não é totalmente consenso.
Existe dois tipos de Ciências. Existe a Química, que mudou o mundo, nos deu capacidade de sobrevivermos em ambiente hostil, possibilitou que pudéssemos criar ferramentas, ligas metálicas, combustíveis, motores, ar-condicionados, venceu doenças, nos deu medicamentos e a capacidade de criarmos toda a sorte de apetrechos tecnológicos. E existem as outras.
Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.
Oxigênio, enquanto elemento, não é bem uma raridade no universo. Tê-lo em forma gasosa é. O problema do oxigênio é ser o elemento com a segunda maior eletronegatividade (o maior é o flúor, como você não se lembra das aulas de Química no colégio). Isso faz com que ele seja muito reativo e oxidante; e aliás, o termo oxidação veio dele, até descobrirem que várias substâncias oxidam as outras, isto é, roubam elétrons.
Lula Vieira (o publicitário, não o megalomaníaco), teve a infeliz ideia de fazer um comercial pro cigarro Vila Rica que ficou famoso… mas pelos motivos errados. Ele escalou o jogador Gérson, conhecido da Copa da 1970 e famoso por ser o “canhotinha de ouro”. No comercial, Gérson dizia que ele gostava de levar vantagem em tudo e, por isso, fumava Vila Rica. Assim, ele conclamava que as pessoas também fizessem o mesmo. Isso ficou entranhado na psique do brasileiro espertão que não acha nada demais passar a perna nos outros. É a chamada Lei de Gérson.
Os EUA – vocês não acharam que eu ia falar do Brasil, né? – tem vários defeitos. Um deles é o Ken Ham e o Bible Belt. O sistema educacional é falho em muitos pontos, como na hora de escolher livros didáticos, não raro feito por comissões constituídas por gente burra, estúpida, ignorante e totalmente idiotas e… Ops, desculpem. Tem idiotas que acham que divulgadores científicos não podem dizer que pessoas burras são pessoas burras. My bad. (Sim, eu sei que você está lendo isso. Beijo na irmã!)
As pessoas não sabem o que é ceticismo. Pensam que é coisa de ateu satanista do Inferno. Outros confundem ceticismo com ignorância. Tem os que acham que religiosos não podem ser céticos, além dos que pregam que todo mundo é cético 24 horas por dia, 7 dias por semana.