Estudo indica que idosos leem melhor em e-readers do que livros convencionais

Eu tenho uma gama imensa de acontecimentos guardados em minha memória. Uma delas é a respeito do concurso de redação que o colégio onde eu estudava propunha. Os alunos cada série de cada segmento tinham que entregar suas composições e esperar o resultado. Fui agraciado 2 vezes com o primeiro lugar. Só não ganhei o terceiro ano consecutivo, pois começaram a reclamar que eu sempre ganhava. Fui considerado hors concours, que no vocabulário de uma criança significa "você foi garfado, loser". Aquilo me deixou bem irritado, pois eu tinha deixado de ganhar o prêmio máximo: um livro.

Livros mudaram pouco em suas apresentações. Textos escritos, seja em que idioma for. Alguns imbecis acham que eles deveriam ter cores e desenhinho para colorir, mas do jeito que está, funciona perfeitamente bem. Entretanto, ficou-se a dúvida se a leitura por meios digitais suplantariam os livros, mas um estudo feito por pesquisadores alemães diz que não, isso não tem nada a ver.

Continuar lendo “Estudo indica que idosos leem melhor em e-readers do que livros convencionais”

Macacada antenada. Orangotangos usam iPads e você briga com painel de micro-ondas

Enquanto você está aí, ainda tentando entender como se programa seu vetusto vídeo cassete, tratadores de orangotangos do Zoollógico Nacional Smithsonian trabalham com iPads. Não para que eles tomem anotações ou xinguem no Twitter. Os iPads são para que os orangotangos (e não os macacos pelados), e não é para jogar Angry Birds.

Continuar lendo “Macacada antenada. Orangotangos usam iPads e você briga com painel de micro-ondas”

Os melhores artigos já publicados

Bem-vindos! Aqui é um sistema automatizado. Enquanto vocês estão lendo este artigo, eu estou de férias, de pés pro ar, tomando daiquiri enquanto contemplo o mar do Caribe. Como muitos de vocês chegaram aqui há pouco tempo, não devem ter lido muitos de nossos artigos. Se leram, é legal recordar-los. Não há um critério perfeitinho, eu apenas peguei os que eu me lembrei e mais gostei. Então, sentem-se e divirtam-se:

Continuar lendo “Os melhores artigos já publicados”

Eu, pequeno Cão-robô

Vocês devem se lembrar do Aibo, o cão-robô desenvolvido pela Sony e produzido entre 1999 e 2006. Mas seu foco era ficar dentro de casa. Ter que se deslocar por terrenos acidentados era um sacrifício para ele. A Boston Dynamics, entretanto, está indo por outra direção. Seu robô-canino é focado por se deslocar em qualquer tipo de terreno, avaliando o ambiente em volta e decidindo como andar pelo local em questão.

E mesmo assim, não é só isso.

Continuar lendo “Eu, pequeno Cão-robô”

ClickClinica: Monitore doenças via iTreco

Aplicativos médicos abundam na App Store. Não necessariamente sobre a região glútea. Vendo a necessidade que muitos médicos nos cafundó do Judas precisam de uma consulta rápida sobre os males que estão aparecendo e ceifarão a humanidade em 21 de dezembro (isso se a praga de gafanhotos e rios se transformando em sangue não chegarem primeiro), pesquisadores da Universidade de Liverpool lançaram o ClickClinica, um aplicativo gratuito para médicos. Ela reúne orientações vinculativas para lidar com questões de saúde, a partir de organismos como a Organização Mundial de Saúde (OMS), por exemplo.

Pronto, hipocondríacos, corram pra app store!

Continuar lendo “ClickClinica: Monitore doenças via iTreco”

Supercomputação pode emular mais de 500 bilhões de neurônios. Quero uma aspirina

3 anos de pesquisa são muita coisa e nada ao mesmo tempo. Pensamos que que a Ciência caminha a passos lentos, e até não estaríamos errados ao pensarmos que modelos cosmológicos começaram nos tempos de filósofos pré-socráticos, para depois os pós-socráticos até que seu vizinho resolveu apontar a luneta pro céu, já que a vizinha estava com frio e fechou as cortinas. Mas também a Ciência é rápida. Desde a confirmação da existência do átomo por Albert Einstein, analisando o movimento browniano até uma bomba atômica cair em Hiroshima demorou cerca de 40 anos.

Em 2009, a IBM anunciou um progresso significativo para a criação de um sistema de computador que simula e emula as habilidades do cérebro; mas parece que eles resolveram desdenhar a ignorância e partiram logo para a boçalidade em termos tecnológicos, criando um sistema capaz de emular muitos BILHÕES de nossos queridos neurônios.Sim, pode começar as piadinhas sobre o Skynet, exterminadores ou mesmo o Bender. Eu aguardo.

Continuar lendo “Supercomputação pode emular mais de 500 bilhões de neurônios. Quero uma aspirina”

A real virtualidade do deserto do real… ou algo assim

Quando eu vejo certas coisas, eu acho que as pessoas andam lendo, ou melhor vendo, ficção científica demais. Como cientista de uma disciplina puramente experimental, olho atravessado pesquisas de campo puramente teóricas E, não. Não existe Química Teórica. Pesquisar um novo composto baseado em propriedades físicas e químicas não é química até comprovar que este composto pode existir. Mendeleyev fez um bom trabalho prevendo elementos que ainda não tinham sido descobertos, mas isso ainda não era Química.

Então, eu vejo uma matéria na Popular Science – que mais parece a versão gringa da Superinteressante de hoje – onde questionava se não vivíamos numa simulação computadorizada. Um artigo muito bom e divertido… pelos motivos errados.

Continuar lendo “A real virtualidade do deserto do real… ou algo assim”

Suíços pesquisam tartaruga-robô. Skynet acha que dá um caldo

Imagine você descansando placidamente numa praia, observando as partes hipodérmicas alheias, quando de repente o futuro do passado do fim da humanidade tem início: o Apocalipse Robótico, onde várias criaturas se erguem do mar, com cascos de um brilho baço, murmurando "Morte aos humanos! Morte aos humanos! Morte aos humanos!". Imaginou? Então, vá tomar seu gardenal, essa palhaçada de apocalipse robótico é coisa de gente tosca sem imaginação

Robôs submarinos não são novidade. Mas agora pesquisadores da Suíça, cansados de fazer queijos e chocolates, resolveram construir um robô com características de tartarugas marinhas.

Continuar lendo “Suíços pesquisam tartaruga-robô. Skynet acha que dá um caldo”

Tem algum telefone sobrando? Ele pode virar um satélite

Desde que eu vi um satélite voando pelo céu pela primeira vez, eu sempre quis ter um. Ao me lembrar do tempo que vi o Sputnik voando pelo céu como um ponto brilhante (acho que entreguei a minha idade), sempre fico pensando se não poderia um satélite meu, só meu, totalmente meu. Nem precisava ter armas atômicas (um simples raio da morte seria o suficiente). Agora, a NASA pesquisa se poderiam usar um smartphone como um satélite. Sonhar demais? Ir à Lua também era.

Continuar lendo “Tem algum telefone sobrando? Ele pode virar um satélite”

Daqui a pouco teremos backup no DNA. Ratinho tá de olho

Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.

Pesquisadores da Universidade Harvard estão trabalhando num modo de armazenar dados (como texto, imagens e até vídeos) no mais simples, que nem a Natureza pensou: no DNA.

Continuar lendo “Daqui a pouco teremos backup no DNA. Ratinho tá de olho”