Inteligência Artificial é algo que vem sendo pesquisado há muito, muito tempo; e continuará sendo pesquisado por mais tempo ainda. Dois dos pioneiros em pesquisa de IA foi Ray Solomonoff e Marvin Minsky(este falecido no dia 25/01). Minsky achava que computadores iam ultrapassar seres humanos, mas eu acho bem difícil disso acontecer. O cérebro humano é muito complexo e plástico, moldando-se e adaptando-se, criando ligações sinápticas e várias novas conexões para sinais eletroquímicos. Nenhum processo artificial pode sequer chegar perto do cérebro humano. Pelo menos, atualmente.
Bem, se não se pode fazer algo melhor que o cérebro humano hoje, então o segredo é entender como o cérebro realmente funciona em maiores detalhes.
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Eu adoro certas pesquisas. Apesar de serem feitas por pesquisadores sérios, suas pesquisas acabam sendo… como direi? uma piada! Óbvias, até. Dignas do IgNobel. Um exemplo é a pesquisa que estuda a ocorrência peculiar de virar a noite mandando SMS, mensagens de texto, WhatsApp, Facebook Messenger entre outros tipos de mensagem de texto durante a noite faz com que o desempenho dos adolescentes durante o dia seja péssimo, já que eles ficam sonolentos e bocejando muito.
A pessoas continuam acreditando num monte de bobagens. Acham que o futuro foi escrito por astros, que não passam de planetas rochosos ou de gases, com o Sol saracoteando de um lado pro outro, numa visão da Antiguidade em que a Terra era o centro do Universo.
As pessoas são extremamente burra, estúpidas, iletradas, ignorantes, nekulturnys, idiotas, e absurdamente burras (sim, tão burras que menciono duas vezes). A tendência em achar que o Sobrenatural de Almeida vai resolver todos os problemas é uma arma ótima para esconder a sua estupidez e preguiça.
Existem muitas definições que explicam a diferença entre Ciência e Engenharia. Uma delas é que Ciência se baseia em “Por quê?”, enquanto Engenharia se baseia em “Por que não?”. O meio termo disso é a curiosidade de saber se as coisas são possíveis, para depois observarmos o que acontece daí por diante. isso vai desde colocar um graveto naquele troço laranja quente que apareceu com a queda de um raio numa árvore até atirar nêutrons num núcleo atômico.
Todo mundo conhece
Imagine o potencial dos seres vivos (estou falando de tecido vivo mesmo, não aquelas criaturas que infectam portais de notícia). Desde muito tempo pesquisadores da área de computação têm pensado o que fazer de legal com aquilo. Bem, o pessoal da Universidade de Columbia parece que descobriu algo a fazer com esta bagaça de seres vivos e eu já pedi ao Nosso Senhor Skynet para prestar maior atenção, já que eles aproveitaram a máquina molecular para alimentar um circuito integrado, mas não porque o circuito devorou um humano (eles têm gosto ruim).
3 Bilhões de anos de Evolução Biológica nos fez o que somos hoje. Ok, não é lá grane coisa, mas pense que estamos melhores que as esponjas. Elas evoluíram até comentaristas de portal, o que significa que evolução pode significar piora. A verdade é que nós evoluímos para encaixarmos nosso lego biológico para fazer outros iguais a nós (ok, não é uma vantagem, mas a Natureza não prima muito pela qualidade, só pela produção. Mais ou menos como salgado de lanchonete). Se uma mulher está de costas, damos aquela sacada nas partes hipodérmicas salientes da cintura pra baixo. Se está de frente, prestamos muita atenção naquelas joias grandes, redondas: os olhos.
O mistério cerca Borobudur (não confundir com Barad-Ûr). Ninguém sabe com certeza detalhes particulares de sua construção. O que se sabe é que Borobudur, um dos maiores templos budistas do mundo e fascina pela sua imponência, serenidade, espiritualidade e cultura de um povo que já não mais existe, uma cultura de séculos no passado que muito se perdeu nas brumas do tempo.