Como vocês, eu também uso rede social. Para mim, Twitter está de excelente tamanho. Era fã do Orkut, mas ele não existe mais, enquanto Facebook é apenas um culto ao ego, com pessoas postando, mas dificilmente lendo, pois, a plataforma é péssima para encontrar conteúdo. O problema é que mesmo meu uso reduzido de rede social me faz entrar em contato com um mundaréu de gente esquisita, tola, burra e totalmente maluca, chegando ao ponto de achar que vagabundo está sob efeito de altíssimos alucinógenos.
Bem, parece que não estou tão errado. Uma pesquisa aponta que a maior parte das postagens em mídias sociais, mensagens de texto e fotos são de pessoas que estão sob o efeito de drogas.
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Todo mundo sabe que câncer não é legal. A não ser se você for um dos desclassificados que usaram a doença para promover sua fosfoetanolamina, que cura tudo, menos doença alguma. Como já falei antes, o grande problema do câncer é que não existe “O” câncer, mas quase 200 doenças diferentes, uns mais agressivos que os outros. O câncer faz muitas vítimas, mas 80% dos casos é curável se descobertos a tempo; e a chave do problema é essa: descobrir a tempo.
Era uma vez uma cobra com 4 patas que conseguia ficar ereta. Não apenas isso, ela falava e mandou umas ideias de jerico pra uma dona burra feito uma porta, casada com um zé ruela mais burro que ela. Aí veio o chefe da milícia e expulsou todo mundo do condomínio construído de forma irregular.
A Diretiva da União Europeia sobre o Direito de Autor foi aprovada, inclusive o famigerado artigo 13, aquele artigo que fará com que a Internet acabe, porque não poderá ter um bonequinho no fundo. O problema é que o artigo 13 não dizia isso, mas o bando de imbecis que são contra ele sequer leram a normativa, e saíram vociferando, pois o youtubeiro amado disse que é ruim, e as pessoas são burras demais para procurar saber (isso vale pros youtubeiros retardados também).
Em 2013, eu postei meu artigo
Depois do Lie to Me, várias pessoas resolveram se tornar experts em gente mentirosa, tentando ver microexpressões. A série acabou, mas tem o
Existe uma expressão em voga chamada “preconceito do bem”. É aquela discriminação marota que não é discriminação se for favorável a determinada etnia, gênero ou orientação sexual. É como dizer que todo homem é um estuprador em potencial, mas se você diz que mulheres são interesseiras é crime capital. É o pessoal que anuncia direto vaga de emprego para determinada etnia e quando você aponta que é preconceito, lhe xingam.
Todo mundo está comemorando 