Está começando mais um festival de idiotice generalizada. Mais uma vez, youtubeiros estão com ataque de pelanca que o mundo ia acabar, que a Internet como conhecemos não ia mais existir, o leitinho com pêra foi cancelado pela vovó que resolveu sair de casa e puxar ferro na academia etc etc e, claro, etc. O motivo é as normas que a União Europeia meteu e resolveu catar no embalo redes sociais e o YouTube. Ninguém por lá gosta do Google, principalmente em questões envolvendo direitos autorais e violação de privacidade. Os pontos mais polêmicos são os artigos 11 e 13 que, segundo o pessoal chiliquento, vai destruir a Internet. Pessoal deu atenção quando um youtubeiro hipster de Portugal teve ataque de pelanca sem apresentar nenhum argumento e, claro, os indefectíveis palavrões (aqueles que o Google disse que não seriam permitidos no Tubo).
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Quem tem filhos pequenos sabe que aquelas criaturinhas são minúsculos avestruzes que engolem de tudo. Não podem ver nada que colocam na boca. Se bem que certas moças que eu conheço também, mas deixemos isso de lado. Assim, criança não pode ver nenhum brinquedinho que – GLUP! – coloca na boca e engole. E quem é campeão nisso? Legos, obviamente!
Você sabe o que é Síndrome de Down, uma anomalia genética causada por uma divisão celular anormal resultando num cromossomo 21 extra. Esta síndrome provoca atrasos no desenvolvimento físico e cognitivo, vindo de brinde doenças cardíacas ou da tireoide. Como é algo que pode ser rastreado por mapeamento genético, pais e mães podem testar o embrião ainda no útero para saber se ele vai ter a trissomia do 21 ou uma outra doença genética. Em caso positivo, as pessoas estão optando pelo aborto, com a França tendo o índice e 77% dos fetos com síndrome de Down sendo abortados, enquanto na Dinamarca esse número é de 98%. Alguns estão chamando isso de genocídio.
Tanzânia é um lugar para lá de esquisito. Lá parece o mundo de Qward, do Universo de antimatéria.já começa que naquele recanto esquisito,
Muitas pessoas são notadamente ruins. Outras são loucas, mesmo. De minha parte, poderia arrastar ambos pro mesmo lugar, escuro, úmido e fétido, de preferência jogando a chave fora. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu na Flórida, ou melhor, o que ia acontecer se não tivessem descobertos a tempo: duas garotas (loucas ou psicopatas) resolveram que seria uma boa ideia atrair colegas de colégio no banheiro e matar geral, para depois beber o sangue deles.
Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
O Papa Chicão é um cara bem legal, pena que não gosta dem… de pecado. Sim, isso mesmo. Nada de pecado. Pecado é coisa feia. Daí, por causa dos processos abertos contra pedófiulo, algumas almas idiotas acharam que Chicão, the First é o cara antenado com todas as causas lacradoras e talz. Essa ideia imbecil ignora 2000 anos de Igreja Católica, que não está esse tempo todo em atividade jogando seus preceitos mais básicos no lixo. Uma coisa é Chicão soltar que temos que amar ateus e tal, porque eles são melhores que falsos cristãos. Isso é uma pérola ou outra jogada a esmo, sem ser um pronunciamento oficial urbe et orbi.
Há um certo preconceito contra as chamadas “ciências humanas” e seus serguidores, também chamados “Humans of Humanas”. Eu não acho certo isso! Tanto é que eu vivo em busca de saber para que servem as áreas de Humanas. Tendo lido muito, estudado muito e observado, qual um zoólogo observando uma nova espécie de animal, eu cheguei a profundas conclusões que me permitem dizer que entendi perfeitamente para que servem esse grupo de seres vivos.
Eu comecei o Voz dos Alienados numa forma de não ficar poluindo (muito) a área de comentários dos posts. Ficava uma loucura descontrolada. Daí, a ideia de fazer um artigo separado só com a melhor mostra de imbeclidade, creme de la creme do retardo mental. Um amigo deu a ideia de chamar Voz dos Alienados, que é quando damos voz a estes imbecis, mas não sem ter resposta à altura