Adolescente viciado em celular tem bioquímica cerebral zuada

Vício é um troço triste. As pessoas se viciam em todo tipo de coisa: álcool, tabaco, jogo, drogas e… celular. Sim, o celular pode ser um vício, pois seu uso dá sensação de prazer e satisfação. Claro, ter um celular não fará de você um viciado e um Ponto Frio da vida não é um traficante. Ter um celular não é ruim, usar celular demais é péssimo. Não, não tem essa desculpa de mostrar foto dos anos 40 com um monte de gente lendo jornal no bonde. Ninguém fica viciado lendo jornal, mas uso compulsivo é alarmante. Normalmente, os imbecis que compartilham a foto do pessoal lendo jornal não mostra que este mesmo pessoal não ficava com o focinho atochado no jornal 24h por dia, seja no almoço, jantar, na frente da TV em restaurantes etc.

Pesquisadores apresentaram recentemente uma pesquisa sobre o que acontece no cérebro de jovens com vício patológico de uso de celular.

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O doloroso caso da família que não sente dores e corre riscos de se machucar

Imagine que você estivesse livre de dores. Nenhuma. Nenhumazinha sequer. Parece o som do paraíso, certo? Mas não é. Não sentir dores é um inferno. Você se machuca sem saber, podendo ter cortes profundos e se esvair em sangue. Pode ter algo muito errado, mas como não sente dor, só saberá tarde demais.

Tem até o caso de uma família inteira com uma mutação genética que inibe que eles sintam dores. O que podemos aprender com eles?

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Mais mitos da Ciência

Eu já tinha falado antes sobre alguns mitos que as pessoas acreditam, sem nenhuma comprovação científica, apesar de acharem ser científico por um motivo ou outro. Isso é legal, pois nos tira da zona de conforto do senso comum, além parar com muitas bobagens sem sentido que são divulgadas por aí e as pessoas insistem em continuar repassando.

Mitos que as pessoas propagam como se tivesse o mínimo de comprovação científica existem aos milhares. Dessa forma, resolvi postar um vídeo com mais alguns desses mitos da ciência. Divirtam-se

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O Experimento de Harlow e a Teoria do Apego

Qual a origem do amor? Por muito tempo ficou-se com medo de pesquisar sobre isso. Ninguém queria que um sentimento tão sublime fosse escrutinado pela Ciência. E se a resposta minimizasse o sentimento a alguma coisa tão… simples? Como explicar o amor que temos por nossas mães?

Bem, um pesquisador chamado Harlow resolveu testar de onde vem o nosso amor por nossas mães e como podemos fazer para usar esse fator para melhorar como nós mesmos interagimos com nossos filhos. O experimento que ele idealizou foi o ponta-pé para a chamada Teoria do Apego.

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Deputado vegan quer segunda-sem-carne num estado que mal tem merenda

Eu fico tranquilo com o Rio de Janeiro. Não é só aqui que tem políticos imbecis e uma população retardada que elege estes políticos imbecis. Já não bastando quem são os candidatos a governador para o próximo pleito (tanto no Rio quanto São Paulo), temos aquelas tosqueiras que são responsáveis pelas leis estaduais. Não é preciso ser nenhum gênio para conseguir se eleger deputado federal, quanto mais deputado estadual. Um exemplo de tosqueira é o deputado Feliciano Filho, do PSC. Veganzinho do coração e defensor dos animais (mas que eu aposto que tem inseticida em casa), ele idealizou um projeto-de-lei que visa não ter carne às segundas-feira em colégios estaduais e restaurantes que alimentam funcionalismo público. Motivo? Nos conscientizarmos nos animais fofinhos (como os que morrem barbaramente durante as colheitas).

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O Experimento com o Pequeno Albert

Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.

Neste vídeo, eu conto a história do Pequeno Albert e de como devemos ter em mente que para tudo tem limite.

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Como nossos olfatos viram memórias de longo prazo?

Feche os olhos. Pense naquele almoço de domingo, com aquele assado especial e a deliciosa sobremesa que sua avó preparou. Pense quando você foi ara o litoral e sentiu o cheiro do mar pela primeira vez ou quando você foi ao seu primeiro encontro e sentiu o cheiro da pessoa amada, toda perfumada. Nossa memória afetiva é excelente para guardar sons, imagens e até mesmo aromas. Todas essas memórias são armazenadas na memória de longo prazo (porque, DÃÃÃÃ, você se lembra por muito tempo). Mas como esses aromas são armazenados no cérebro por muito tempo? É o que uma pesquisa alemã procura responder.

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Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)

Ninguém gosta de ficar doente, mas algumas doenças são piores que outras, e isso é um fato. Um desses exemplos é a ataxia de Friedreich. Esta tristeza é uma doença neurológica caracterizada pela queda de coordenação nos movimentos musculares, acabando com que a pessoa não consiga nem mesmo ficar em pé. Esta doença neurodegenerativa é hereditária e autossômica recessiva, afetando cerca de uma criança entre 22 mil. Este número pode variar até dois nascimentos em 100 mil, e isso já é muita coisa. Normalmente, se manifesta entre 5 e 15 anos de idade, começando por problemas de locomoção ao andar, evoluindo até o quadro de haver deformidade dos pés e escoliose. Ruim o bastante? Calma que esta tristeza ainda acarreta em diabete e afeta seriamente o ritmo cardíaco, além de causar cegueira entre outros problemas que irão variar de pessoa para pessoa e se se pode ter certeza de uma coisa, é que vai ficar muito pior.

Num comentário de um dos meus vídeos, um imbecil falou que ciência só serve para enganar pessoas burras. Seria ótimo se a ciência pudesse apenas ignorar a doença e erradica-la de vez, mas como fazer isso, se até agora não se conseguia simular os sintomas em sua totalidade em ratos?

Bem, frise-se o “até agora”.

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FDA bota quente em cima da Homeopatia e montou normativa para isso

O FDA (Food and Drug Administration ou uma espécie de ANVISA dos EUA) resolveu fazer uma coisa que o Brasil muito provavelmente não fará: bater duro nesta palhaçada de homeopatia. O órgão divulgou ontem um esboço de normativa (PDF) que meterá quente naquele lance de vender água como se fosse remédio, sem nenhuma comprovação científica. Acho até justo. Se querem ser reconhecidos como Ciência, vamos pro terreno pedregoso que é ter um medicamento sendo aprovado. E isso significa aplicação das normas de fabricação, marketing e segurança para os produtos homeopáticos. Vai que a pessoa morra afogada de tanto tomar?

Pessoal da água pur… digo, da Homeopatia achou maneiro, mas acabaram ficando com o uraneto de carbono na mão, pois agora o FDA vai exigir padrões de feitura dos medicamentos, e isso será hilário

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O Experimento do Arroz Sensível – Final

Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.

Bem, eu chamei na chincha e pus a besteirada do Massaru Emoto ao crivo do Método Científico. Eu chamei este experimento de O Experimento do Arroz Sensível. Bem, este vídeo é a consumação do experimento. Eu gostaria de ter ficado surpreso, mas, nhé, foi o que eu esperava, mesmo.

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