Sadhvi Deva Thakur é uma inútil que é uma deusa. Quem falou que ela é uma deusa? Ela mesma. É mais ou menos como a Bíblia que diz que está sempre certa, e como está sempre certa, a Bíblia não erra ao dizer que está sempre certa. Thakur diz que é uma deusa, e como deusas não mentem, Thakur é uma deusa sim, pois ela mesma falou que é uma deusa, e deusas não mentem.
Tudo muito legal, e eu nem sou contra. Maluco afirmando que é Deus ou tem capacidades místicas e vêem spritus é o que não falta por aí. O problema foi quando no meio de uma festa de casamento, Thakur e seus seguidores resolveram comemorar a festança dando uns tiros pro ar. Quatro pessoas ficaram feridas e a tia do noivo tomou um teco certeiro e neste momento está batendo um papinho com Shiva.
Esperando começar o vídeoclip à lá bollywood para contar o caso, esta é a sua SEXTA INSANA!
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São 3.986 posts (sem contar este aqui), 169 páginas com matérias especiais, 49.840 comentários e muita informação. uma história de muito, muito tempo, ainda mais em termos de Internet, em que um ano é muita coisa. Fiz amigos, alguns desafetos, gente me xingando, gente me elogiando, gente que buscou a informação que precisava, enfim… Migramos de mídia, participações em alguns podcasts (ok, só um, o SciCast, mas vários episódios), convite para ir no CampusParty (ok, só por causa do SciCast, mesmo), convite para escrever em outros sites (infelizmente, já não existem mais. Serei o culpado?) e hoje estamos no YouTube, no Canal do Ceticismo.net.
O pessoal pensa que eu sou uma pessoa ruim, covarde e que não gosta de ouvir opiniões contrárias. Já provei várias vezes que não é verdade. Só não deixo meu site virar uma zona. Alguns comentários são tão despropositados que eu deleto direto, mas isso é minoria. O creme de la creme eu deixo bem guardadinho no meu coração de pedra. Só assim teremos algo como este aqui, mais uma edição do seu VOZ DOS ALIENADOS!
Dhaka é a maior cidade de Blangladesh, sendo, não por acaso, a capital do país que você sequer sabe localizar num mapa. Também é a maior cidade da Ásia Meridional e entre os países da Organização para a Cooperação Islâmica. Ontem, as ruas de Dhaka amanheceram inundadas por causa de fortes chuvas, mas isso por si só não é tão ruim assim, já que eles meio que estão acostumados. O problema é que foi uma chuva que acarretou uma enchente e uma enchente de sangue.
Enquanto o Brasil está com o maior WTF na cabeça, na dúvida se houve Golpe por terem metido um impeachment na Dilma, ou se houve Golpe por ela ainda manter seus direitos políticos, vejo notícia sobre Igrejas Satanistas florescendo nos EUA. Como? Pois, é. Mesmo com o Bible Belt, a quantidade de igrejas satanistas nos EUA está crescendo a cada dia.
Tem coisas que são fáceis de entender em essência, como capitalismo e desespero. Isso leva a dois princípios: burrice e esperteza. Primeiramente, as pessoas estão doentes, precisam de tratamento e o colapso que a Saúde Pública vem enfrentando piora mais ainda, com postos de saúde hiperlotados, agendamentos para o ano que vem (sério!), falta de remédios etc. já me disseram que no posto de saúde que fica no Instituto Oswaldo Cruz, com o Farmanguinhos ali do lado, falta remédios simples, como analgésicos. Isso leva pessoas a caírem nas garras de espertões, que seguem a boa receita do capitalismo: supra uma necessidade e você terá lucro. Se o socialismo de distribuir remédios não deu certo, vender curas vai muito bem, obrigado.
E quando Thor, filho de Odin e Deus do Trovão, encontrou sua adversária, o céu tremeu. Ela era Iansã, Senhora da Tempestade. Ventos começaram a soprar, com o rosto sacana e Eolos mostrando que ele estava ali para zuar com a bagaça. Raios cruzaram o céu, obra de Lord Raiden. Os mares revoltos de Ulmo, Senhor das Águas, lavaram a costa. O mundo ia encontrar o seu fim. Então, chega ele, grande, poderoso, de salto alto, lantejoulas e longos cílios postiços. Ele ajeita a peruca roxa, contrastando com o batom verde limão cheio de glitter, e mete as mãos nas cadeiras. E assim, o Cacique Cobra Coral, Senhor do Tempo, manda parar ou ia dar uma navalhada na cara de todo mundo.