Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.
Daí, alguns espertões de Wikipédia resgataram um trecho de um livro do filósofo Karl Popper, o qual estabelecia um argumento do porque não tolerarmos a intolerância alheia, e a isso ficou conhecido como Paradoxo da Intolerância, que como toda proposição filosófica tem probleminhas se você não pesquisa nem pára para pensar (*construção frasal ruim, mas estou com preguiça).
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O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.
Que o ser humano não aprende, é público e notório. As pessoas se mostraram chateadas com os acontecimentos de Charlestonville, mas é uma falsa indignação em muitos dos casos. A raiva é seletiva, os protestos têm vilão próprio. Ainda mais quando brasileiro se mete na situação, em que qualquer coisa acaba caindo para PT x PSDB.
Ser budista faz com que as pessoas aprendam que ficar presas aos bens materiais não é lá o que se chamaria de boa ideia. Esse negócio de ter muito dinheiro, mulheres, mansões, mulheres, automóveis, mulheres, iates, mulheres, Nirvana, mulheres não é bem o que Buda tinha em mente, muito menos pros monges. 
Jesus disse: “Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis”.
Qualquer artigo que se escreva ou vídeo que se poste, religiosos vêm em massa. Vejam o caso do
A China não tem lá muito amor por religiões, dada a sua vocação comunista de não ter ninguém competindo com o Deus-Estado. Não porque sejam contra cristãos, eles são contra todo mundo mesmo, de do jeito que temos visto religiosos fazendo merda, fico em dúvida se eles não têm um bom motivo… ok, não têm, mas não que os religiosos não insistam em dar boas razões para serem mal vistos.
Eu adoro filmes de exorcismos. Todos, sem exceção, mesmo os mais toscos. Adoro ver aquele monte de padres babacas brigando com um ser demoníaco mega-foderoso, com Deus não dando uma ajudinha sequer, e o padreco se mostra mais foda que o Cramunhão. Sim, eu gosto mesmo daquele monte de bobagens pelo monte de nonsense que tem lá. Entretanto, tem gente que fatura uns bons dinheiros fazendo exorcismos, atividade que está cada vez mais rentável, principalmente na França.
Você pode pensar que cristãos são chatos, assim como islâmicos. Isso é injusto dizer. Na verdade, todo crente fanático é chato, não importa a religião. O cara não se preocupa com a própria religião, ele se preocupa com a vida dos outros, mesmo (e principalmente) quando das coisas mais bizarras, sem sentido e totalmente avesso ao que se esperaria de uma mente minimamente racional.