Há algum tempo, eu escrevi um artigo em que demonstrava a descrição de Jesus, o Jóquei de Jegue, em diversos manuscritos. Dadas as suas brutais incongruências, ficou-se claro como aqueles manuscritos não passavam de falsificações, onde um não concordava com o outro, além de sérios erros históricos envolvidos. Como meio de expressão artística, foram centenas, milhares de artistas a retratar a vida (?) e obra (??) do Nazareno Maluco Beleza. Desde DaVinci até o manezinho que escreve Jezus é o Çinhor, passando por Caravaggio, Rafael, Miquelângelo etc. Eu, particularmente, gosto de arte religiosa, mas só as de bom gosto e não estátuas ensanguentadas e com aparência de algo que quer comer seu cérebro.
Agora, um artista norte-americano resolveu radicalizar a ponto de mostrar Jesus com o bíceps de fora, pronto para arrebentar com a cara do Capeta, que nem heróis de filmes de ação.
Esta é a sua SEXTA INSANA!
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É, tem sido um bom descanso das loucuras do mundo. Quase 2 meses desde o último Voz dos Alienados. E quando eu penso que os idiotas de plantão tomaram vergonha na cara e me deixaram em paz (salvo os adoradores da chaleira maluca que seguem a religião vegan), lá vem as amostras grátis de besteiras em quantidades homeopáticas. Poucos, mas toscos. Bem, sem muita delonga, mais uma postagem da sua, só sua e sempre sua — pois eu não quero estes idiotas na minha casa — : VOZ DOS ALIENADOS!
Estava aqui dando uma olhada no meu RSS, que anda lotado de coisas que eu não li. No mais das vezes eu defino como "lido" mal passando os olhos pelo título. Quando eu vi que o pessoal do Ateus do Brasil postou um artigo dizendo que um determinado estudo apontou que indicava que o
E no doce mundinho de Qward, no Universo de Anti-matéria, as coisas que já eram estranhas acabam se mostrando mais bizarras ainda. Se por um lado os serviços públicos costumam ser ridiculamente precários, toscos, mal feitos e criminosamente ineficientes, pelo outro é pior ainda.
Já não se faz mais profetas como antigamente. Em outros tempos, o cara cultivava uma barba responsa, ia peregrinar numa montanha para sentar no pico e voltava com umas tálbas com uns trecos escritos que ninguém sabia o que era, porque todos eram analfabetos. O cara falava com uma voz grossa que aquele lance era coisa de Deus e todos baixavam a cabeça. Se o cara mandasse a galera dar um rolé no deserto, ninguém achava estranho, posto que tudo o que o profetão falava acontecia (como o Sol aparecer de dia e a Lua de noite, ou coisas tão imprevisíveis quanto).