Pessoal está entusiasmado com um documento sob a forma de uma carta que Gelileu teria escrito para seu amigo quando durante o processo em que sua batata estava assando em forno eclesiástico. Fui ler o artigo da Ars Technica, parei no primeiro parágrafo, olhei quem escreveu. Sim, jornalista, tinha que ser! Para começar já veio com a bobagem que Galileu foi acusado por dizer que a Terra girava ao redor do Sol. AINDA estão espalhando esta estupidez!
O artigo é Newly discovered letter by Galileo resolves puzzling historical Mystery (Carta de Galileu recentemente descoberta resolve mistério enigmático). O título já é uma bosta, mas piora com o cabeçalho “AND YET IT MOVES” (e ainda assim se move).
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Eu comecei o Voz dos Alienados numa forma de não ficar poluindo (muito) a área de comentários dos posts. Ficava uma loucura descontrolada. Daí, a ideia de fazer um artigo separado só com a melhor mostra de imbeclidade, creme de la creme do retardo mental. Um amigo deu a ideia de chamar Voz dos Alienados, que é quando damos voz a estes imbecis, mas não sem ter resposta à altura
Vamos ser honestos, nada pior que religioso chato. Até ateu chato é insuportável. Esta mania de convencer os outros (chamam “evangelizar”, como se ficar enchendo o saco fosse uma boa notícia) é algo pra lá de inconveniente. Isso quando a igreja fica em altos berros louvando Jesus, pois, segundo me parece, o coitado do Nazareno é surdo.
A fé remove montanhas, embora mísseis e vulcões sejam mais eficientes. Aquele que pedir será atendido, na Glória do Deus-Pai. Sendo assim, Kenneth Copeland, um televangelista pediu com fervor. Ele orou para Cristo Jesus. Ele suplicou a assistência de Jeová, o Senhor dos Exércitos, pois mil iria cair ao lado dele, mas ele não seria atingido, pois Ele é o que é. Sim, Copeland pediu. Pediu para acabar com a fome no mundo, digo, para que não houvessem mais guerras, não, espere, ele pediu para que todas as pessoas enfermas fossem curadas. Não, aguenta aí. Ele pediu… para Deus tirar a ferrugem do avião dele…
Eu sempre digo que religião é um câncer sociológico. Ele se alastra fundo, causa metástase e acaba sendo mais do que maléfico. E mortal! Eu aceito que a pessoa resolva se conectar com uma esfera que ele não compreende, passe a acreditar que haja seres supranaturais ou, pelo menos, sobrenaturais, mas tenho verdadeiro asco por institucionalização da fé, em que um líder diz o que você tem que fazer, pensar e agir ou um Deus bom, justo e misericordioso vai destruir a sua vida de forma selvagem.
Desde muito tempo as pessoas veem coisas “aparecerem”. Monstros, discos voadores, Jesus, santos, monstros marinhos, Nossa Senhora etc. Curiosamente, sempre uns poucos, nunca em grande multidão, são capazes de ver com nitidez. A multidão? Veem flashes e luzes que são facilmente explicáveis em temos de eventos atmosféricos. Virgem Maria nunca aparece no meio do campo no final da Copa do Mundo. Os relatos de aparições são toscos e confusos e no século XXI, o máximo de aparição que se consegue filmar é uma ventania.
Kauã e Joaquim eram irmãos. Tinham seis e três anos, respectivamente. Tinham! Suas longevidades não foram longas, já que eles morreram carbonizados em um incêndio em 21 de abril deste ano. Trágico? É pior do que você pensa. Tão pior que os pais estão sendo investigados. Motivo? Se beneficiarem da morte dos filhos para ascender socialmente dentro da igreja.
Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.