Em 2003, encontraram um alienígena no Chile. Quer dizer, não era bem um alien, alien. Era um esqueleto de alien. Não, não é que era um esqueleto de alien, alien. Era algo meio que bizarro e não era deste planeta. Mas não é que era algo fora deste planeta propriamente dito. Era algo meio que bizarro. Mas não é que era bizarro, bizarro. Era só algo que a Ciência ia investigar, enquanto ufeiros estavam vociferando que era algo bizarro, fora deste planeta e com certeza era um alien.
Só que era um bebê humano, mesmo. Mal aê!
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Em 2012, o especialista em rastros de dinossauro, Ray Stanford, descobriu uma trilha de nodossauro da era do Cretáceo no campus do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland. O local foi escavado por Stanford e o paleontologista Martin Lockley, da Universidade do Colorado. Foram catalogadas mais de 70 trilhas de dinossauros e mamíferos impressas no arenito.
Todo mundo gosta de dinossauros. Se seu filho não gosta de dinossauros, leve-o agora mesmo num psicólogo, pois ele tem sérios problemas. Se você não gosta de dinossauros, é caso perdido. Atire-se do primeiro prédio ou doe seu corpo para uma usina termelétrica. Estes monstros colossais eram fantásticos e quanto mais sabemos sobre eles, mais fascinam. Hoje, temos vários museus exibindo fósseis com milhões de anos (ou 6 mil, se você for fundamentalista) que contam um pouco da história da vida na Terra. O problema é que montar um bichão grandão dá muito trabalho e requer muitos especialistas. Agora imaginem na hora de transferir um esqueletão grande de um lugar pro outro. Bem, foi o que o pessoal do Natural History Museum fez.
Eu sei que você achou maneiro aquele lance de mosquitos no âmbar, extraindo deles o sangue de dinossauros que foram picados e assim libera um T-rex atrás de jipes. Apesar do leve fundo de verdade, 90% é pura ficção; e o fundo de verdade é que sim, consegue-se ter mosquitos bem preservados em âmbar, mas não é só eles.
Olhos são uma coisa fascinante. Depois de 3 bilhões de evolução biológica, temos uma maravilha que nos faz enxergar, salvo se for aquele pontinho cego safado, que é onde o nervo óptico toca a retina e lá fica incapaz de receber luz que foi refletida pelo objeto, sem poder criar a imagem naquele ponto. Também tem o fato do cristalino se embaçar, causando cataratas. Também tem aquele lance de ficar com a visão como se estivesse por um tudo, miopia, hipermetropia, astigmatismo, vista cansada etc. Mas é tudo um projeto inteligente.
Na catástrofe que foi a Extinção do Permiano, no período Triássico-Jurássico (aquela que caiu um meteorão do mal, evento também chamado Triássico Tardio), mais de 50% das formas de vida foram para a vala, mas que sobrou foi o suficiente para acarretar em youtubeiros e seus comentaristas hoje (o que eu não sei dizer se foi uma boa, mas Evolução nunca significou melhoria). Entretanto, apesar da mortandade quase total, pesquisas atuais mostram que não houve mudanças drásticas na forma como os ecossistemas marinhos funcionavam.
Eu gostei de ler sobre o eclipse do dia 21. Sim, muito legal quando a natureza mostra seu balé cósmico, e vemos que escapamos mais uma vez de uma desgraça. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinos não tiveram a mesma sorte, no que ficou conhecido como Extinção do Cretáceo-Terciário ou Extinção do Cretáceo-Paleogeno. Um meteorão do mal de 10 km de diâmetro caiu e mandou quase todo para a vala, inclusive dinossauros. O registro estratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies, e não foram só animais. Plantas, também.
O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.
Fósseis são vestígios de seres vivos do passado. Estudar fósseis é como uma viagem no tempo por uma Terra desconhecida, é entender nosso passado, e compreender o quão frágeis são os seres vivos, que podem desaparecer completamente, sem deixar vestígios, já que os processos de fossilização são muito difíceis.