Grandes Nomes da Ciência: Aidan Dwyer

O menino que não gostava de inverno sempre pensou que esta era uma das piores estações do ano. Ele sempre o imaginou como sendo algo lúgubre, escuro… Os dias curtos e as longas e frias noites causam arrepios, não só pela baixa temperatura, mas pelo medo ancestral. Ainda assim, os fantasmas só existem em nossas mentes e quando o jovem visitou as montanhas Caskill, a noroeste da cidade de Nova York, ele viu algo nas árvores que seria a chave para o aumento da eficiência de células solares.

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Grandes Nomes da Ciência: Báskara

Os olhos curiosos da menina estão impacientes. Ela olha a água se esvaindo e tenta conter a sua natureza, mas é inútil. O que ela fará em seguida selará o seu destino, mas não sabemos o quanto podemos interferir nele e o quanto esse nosso destino é fatídico para que não escapemos dele. Ela não se contém mais e o que a menina de doces olhos faz lançou seu nome na imortalidade e sagrou seu pai como um dos maiores matemáticos da história… E tudo por causa de uma pérola.

Esta é a história de Báskara, o sábio.

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Briga de lavadeiras faz capitã da marinha dos EUA ser expulsa

Não é perseguição. Todos nós sabemos como as mulheres podem ser perigosas por serem extremamente vingativas.Os bilhões de anos de evolução biológica fizeram delas criaturas territorialistas, chegando a quebrar pau por qualquer coisa, ainda mais se um par de calças estiver envolvido. Um perfeito exemplo disso foi o caso da astronauta expulsa da NASA e posteriormente chutada da Marinha dos EUA porque foi tirar satisfação com uma dona no outro lado do país, só porque esta estava namorando um antigo caso da (agora ex) capitã Lisa Nowak.

Saindo na porrada ao ver a maluquice do mundo de volta à programação normal, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Grandes Nomes da Ciência: Rosalind Franklin

Se existe uma cervejaria famosa na Inglaterra é a cervejaria Green King, em St. Edmunds, perto do laboratório Cavendish e em frente a Escola de Medicina em Downing Street, cujos moradores mais ilustres vivem no número 10. Dois rapazes entram lá; um é tipicamente inglês e o outro é americano. Ambos soltam a bomba: "Nós desvendamos o segredo da Vida!". James Watson e Francis Crick ficam imortalizados por uma das maiores descobertas do século XX: a estrutura da hélice dupla do DNA. O que pouca gente sabe é que a história não é bem assim. Uma história de competição que, por muito pouco, não conferiu mais um prêmio Nobel a um americano pacifista, de sorriso simpático, com mania de se encher de vitamina C: Linus Pauling, e por pura desonestidade não foi conferido no devido tempo à pessoa certa. Esta é a história de quem realmente descobriu o segredo escondido no DNA: Rosalind Franklin.

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Grandes Nomes da Ciência: Florence Nightingale

O soldado exausto repousa numa maca improvisada, abrigada sob uma tenda de lona. Lá fora, o vento gelado da Criméia urra como um monstro e a dor e a exaustão estão prestes a reclamar mais uma alma. O vulto silencioso chega à entrada da imensa barraca e sua vestimenta farfalha ao vento. O medo nos olhos daqueles pobres diabos era palpável e o vulto com a mão levantada traz consigo uma lâmpada. O vulto aproxima-se do soldado e este percebe que chegou seu fim, que a Morte chegara… Não, não foi a morte quem entrou na barraca, mas a Vida.

O vulto deixa a lâmpada a óleo de lado e coloca compressas sobre a testa do soldado e dá-lhe palavras de conforto. O soldado agradecido vê, à luz tênue da lâmpada, traços firmes, mas ao mesmo tempo delicados; o que ele vê é a mãe de todas as enfermeiras, ganhadora de duas medalhas de guerra, responsável pelo uso sistemático da Estatística e uma referência no atendimento médico-hospitalar. O nome do anjo que carregava a lâmpada era Florence Nightingale.

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Vsechno Nejlepsi, Gregor

Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.

Hoje não é um dia comum. Hoje é dia dele. Daquele que ajudou a dar mais sentido no mundo, se bem que sua humildade possa não ter previsto isso. Seu nome é Johann "Gregor" Mendel.

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Grandes Nomes da Ciência: Martyn Poliakoff

Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".

O meu amigo oculto cientista vivo favorito é alguém bem conhecido e muito provavelmente você deve ter visto um vídeo dele (a não ser que você tenha perdido vendo vlogueiros mimizentos) e ele é um dos mais conhecidos por traduzir a Química de forma simples e elucidativa (depois de mim, claro). Seu nome é Martyn Poliakoff.

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O orgulho de ter orgulho dos orgulhosos

Atualmente, é moda sentir orgulho. Não que isso seja errado, mas da mesma forma que outros modismos, a baixa auto-estima faz com que as pessoas berrem a plenos pulmões o quanto são orgulhosas por algum evento fortuito. Claro que pais sentem orgulho por seu filho ter se destacado de alguma maneira, como o soldado do 8º Pelotão do Corpo de Bombeiros de Araguari, MG, que salvou a vida de uma criança de 1 ano e seis meses. Trabalho bem feito, missão cumprida. Também é um orgulho ver seu filho passar dia e noite estudando para conseguir boas notas, estudando em meio à marginalidade, acabando por se formar engenheiro, médico, professor etc, mesmo quando as probabilidades de ele se tornar um marginal tendiam para 100%.

Infelizmente, o orgulho foi banalizado e os pobres coitados acham que devem empurrar para a sociedade seu despeito e baixa auto-estima. Atrelado a isso são criados muitos dias e passeatas: Marcha pra Jesus, Dia da Consciência Negra, Dia Internacional das Mulheres, Dia do Orgulho LGBTFDSKJT entre outras letras que já não sei mais o que significam etc. Agora, polítiqueiros políticos propõem a criação do Orgulho Hetero. Preparados para o mimimi?

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Cão Sith é condenado à pena de morte

Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.

Leis evoluem (ou deveriam) junto com a evolução da sociedade na qual ela é aplicada. É como matar mulheres estupradas, sob a acusação de adultério. A Igreja Católica até que evoluiu nesse ponto. Ela não manda mais matar as crianças abusadas sexualmente; prefere condená-las ao inferno, enquanto entra com um processo contra a mãe por assassinato (no caso, do feto que uma menina de 9 anos estava esperando, fruto de violência sexual). Coimo prova que a religião evoluiu de forma bem lentamente, um tribunal judaico de Jerusalém (Israel) condenou um cão vira-latas à morte por apedrejamento. Acusação? Ele era a reencarnação de um advogado!

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Voz dos Alienados 37

Diferente de gente que chinga muinto nu tuíter, eu sou um homem ocupado. Não tenho tipo tempo de postar mais coisas coisas interessantes, apesar de meus leitores se preocuparem em trazer notícia que não tem nada a ver com o artigo proposto. Uma questão de manter o foco (de repente, TDAH). Eu tenho visto os idiotas postando suas besteiras mas resolvi deixá-los para se esparramarem, ao contrário das batatinhas recém-nascidas. Eu já nem espero mais que os retardadinhos tenham um mínimo vislumbre de sanidade; mesmo porque, caso eles tomem jeito, não teremos mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!

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