Qual a origem do amor? Por muito tempo ficou-se com medo de pesquisar sobre isso. Ninguém queria que um sentimento tão sublime fosse escrutinado pela Ciência. E se a resposta minimizasse o sentimento a alguma coisa tão… simples? Como explicar o amor que temos por nossas mães?
Bem, um pesquisador chamado Harlow resolveu testar de onde vem o nosso amor por nossas mães e como podemos fazer para usar esse fator para melhorar como nós mesmos interagimos com nossos filhos. O experimento que ele idealizou foi o ponta-pé para a chamada Teoria do Apego.
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Você conhece Papai Noel, o bom São Nicolau. Todo mundo conhece Papai Noel! Ele é a figura natalina mais lembrada, apesar de tão mítica quanto o aniversariante do dia. Com o passar do tempo, a moderna mitologia transformou o Bom Velhinho em alguém que recompensa as criancinhas boas, sendo ajudado por vários duendes. Entretanto, antigamente a história era outra. Ele era ajudado por um ser feio como o Diabo e um demônio que depois virou bonzinho. Afinal, as criancinhas ruins não iam se unir sozinhas, né?
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.
O quanto você acha que é responsável pelas suas decisões? Totalmente? Claro, porque ninguém faz a sua cabeça, certo? Olha, tenho más notícias: você é, sim, influenciado por outras pessoas. Mesmo sem saber.
Este é um drama, uma tragédia, ainda que não grega. Começa com dois irmãos. Gêmeos. E eles compartilharam o mesmo destino. Temos a mãe e o pai, que ainda que tivessem boas intenções (talvez?) sabemos qual lugar quentinho e aconchegante é formado por essas boas intenções. Temos um médico incompetente e um psicólogo sádico. Tudo isso num horrível show de horrores que foi tido como um dos experimentos mais cruéis da história.
O Felipe do Café e Ciência resolveu entrevistar um velho blogueiro das antigas, daqueles que têm muita história pra contar e causos maneiríssimos. Daí ele o convidou, mas o miserável mandou o Lima; daí acabou me entrevistando mesmo.
Me dá náuseas quando chamam gente encerrada numa casa, com todas as regalias, sem fazer absolutamente nada, concorrendo a um prêmio milionário, de “heróis”. Não há heroísmo nisso. Não há nenhuma forma de altruísmo, pelo contrário. Heróis são quem colocam a vida em risco, que arrisca tudo visando um bem maior, como gente salvando pessoas de terroristas. E se quem salva uma vida salva o mundo inteiro, uma pessoa que salva literalmente o mundo inteiro não é apenas um herói, é algo supremamente acima de tudo isso, para o qual não há palavras nas línguas dos Homens, dos Elfos ou dos Anões.
O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.