Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
Agora, os ateuzinhos fofuxos dos EUA querem dar uma de Grinch e cancelar o Natal em parques públicos. Acho que eles não ganharam presente do Papai Noel.

O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Fim de um mês, início do outro, 13º depositado, salário prestes a vir e as minhas merecidas férias se avizinham. O que poderia ser melhor que isso? Talvez um bando de lunáticos enchendo o saco, com as mesmas insanidades de sempre. Tem horas que eu realmente me pergunto se não é de propósito na base do "Mãe, ó eu na Vos dos Alienados!". Bem, se é isso, quem sou eu para criticar? Essa é a versão domingueira da sua série favorita: VOZ DOS ALIENADOS!
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!
O mundo é doido, sabemos disso. Hades tem hora que deixa as pessoas de rédea curta e Samhain esqueceu de pegar sus filhotes no dia 1º. O último exemplo de coisas doidas que acontecem por aí é o caso da sueca que está indo a julgamento. Sua relação com corpos não é bem no mesmo nível que os filmes do James Cagney fazem supor (pronto entreguei a idade). No caso, ela tem um caso com as ossadas e o pessoal quer a cabeça dela ("dela/dela" e não "dela/do esqueleto") por "perturbação dos mortos".
O problema dos malucos é que eles não precisam se ater em barreiras consideradas desnecessárias, como noção da realidade. Eles mesmos se levam a sério e isso normalmente não acaba bem desde que algum idiota resolveu que invadir a Rússia era uma boa ideia. Bem, Napoleão se ferrou naquela, para mais tarde acabar na famosa posição na qual perdeu a guerra para o Duque de Wellington.
Eu não sou mais criança. Sei bem que conceitos são lindos no papel, mas não passam de conceitos, não existindo no mundo real. Liberdade de expressão, debates civilizados e coisas assim são lindos em princípio, subitamente largadas de mão quando colocamos nosso primeiro post num blog e liberamos os comentários.
Chegamos na Nova Era com ideias idiotas da Idade Média. Malucos profissionais alijam malucos amadores e tudo caminha pela estrada de tijolos amarelos da insânia, cantando "The hiiiiiiiiiiiiiills are aliiiiiiiiiiiiiiiive… by the sound of musiiiiiiiiiic" (sim, eu sei!)
O problema de médiuns (com pão e manteiga) é… bem, fora sua desonestidade, não consigo pensar em outro. Eu fico em dúvida se o cara realmente acredita que tem poderes mágicos, adivinhacionais, futurobservacionais e coisas correlatas. Enquanto isso, um bando de espíritos-de-porco (o tipo de ispritu que médium não consegue "controlar") resolvem colocar o pessoal à prova.
Hoje é dia! Estamos às vésperas do Dia das Bruxas, mas Samhain se perdeu com o Horário de Verão e abriu as portas do Submundo mais cedo do que deveria. Enquanto, defensores da Lei dizem na cara dura que