O Brasil é um Estado que segue os princípios que todos são iguais perante a Lei, desde que você faça parte de certa parcela da sociedade. Como exemplo podemos citar a democrática participação de direitos e deveres da população, mas que segmentos religiosos não precisam cumprir, como ser obrigado a pagar impostos, serviço militar entre outras facilidades. Já a sua decisão de não ter religião na sua vida é respeitada… pero no mucho.
O STF, enquanto não está julgando roubo de galinha (é sério!) está decidindo sobre como os colégios devem atuar nas conformidades das leis, tendo em vista a Constituição. Bem, a Constituição permite ensino religioso nos colégios e o STF votou por permitir que colégios públicos ofereçam ensino religioso em sua grade curricular, ainda que facultativo. Será mesmo? Continuar lendo “STF diz que tá liberado Ensino Religioso nos colégios”

O Brasil é um excelente lugar. Um lugar em que há respeito mútuo, liberdade individual e de expressão. O Brasil é formado pelo respeito às diferenças e oferece total liberdade de credo e pensamento. O Brasil é realmente muito bom… ou seria, já que tem um sério problema: brasileiros. Sim, brasileiros; aqueles que acham que têm direitos, mas não deveres, que exigem liberdade e tolerância para com suas opiniões e crenças, mas é incapaz de respeitar qualquer um que não siga suas convicções.
Deus não é bom. Talvez nem seja mau. Se ele é um deus acima de tudo, como dizem os religiosos, ele não deveria ter características humanas. Você não se preocupa com o que nasce no ralo do seu banheiro, não é mesmo? Por que um deusão poderosão teria um mínimo de sentimentos característicos dos seres humanos? Isso não faz sentido do ponto de vista lógico, não é mesmo?
Jesus disse: “Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis”.
Qualquer artigo que se escreva ou vídeo que se poste, religiosos vêm em massa. Vejam o caso do
Sim, pessoal, estamos de volta. Faz muito tempo, e as coisas têm andado muito devagar. Os trolls da Internet estão mais preocupados com o arranca-rabo presidencial, com Lula sendo preso amanhã, Rodrigo Maia fazendo cosplay de Grande Líder da Melhor Coreia, Gretchen voltando a ser símbolo sexual (benzo-me) e – imagino eu – Collor fazendo dancinha e dando gargalhadas em casa.
Em tempos politicamente corretos, as pessoas pensam que tudo tem que ser lacrador. Tudo tem que ser sem glúten (como gelo, suco de laranja, carne assada, abóbora com carne seca etc). E isso porque alguns malucos acham que glúten (uma proteína encontrada em cereais) engorda. Já celíacos, alérgicos a glúten, somam menos de 2% da população, mas agora tudo tem que ser sem glúten. Quer dizer, tudo exceto hóstias.
Vida eclesiástica é dureza. Se não se busca a Chave dos Céus tem que meter a boca no Apito de Chamar Anjo. Infelizmente, certas práticas não são lá muito bem vistas pela Gestapo de Jesus, também conhecida como Congregação para a Doutrina da Fé ou não muito legal o nome Tribunal do Santo Ofício ou, melhor ainda Inquisição. Ainda mais quando estas práticas são realizadas num apartamento DO PRÓPRIO Santo Ofício.
Lei anti-blasfêmia é uma das coisas mais imbecis no mundo do século XXI. Não se pode falar mal de um deusinho, pois ele tem problemas de aceitação, fica tristinho e cai na depressão. Temos que protegê-lo. A Dinamarca tinha uma lei anti-blasfêmia que já datava de uns 150 anos. Aí, para horror de muita gente, os legisladores disseram algo como “anti-blasfêmia é o cacete” e revogaram-na.