
Eu adoro pesquisas científicas. Algumas são o máximo e farão a imensa diferença no mundo, trazendo melhor qualidade de vida e conhecimento para o povo, fazendo-nos galgar os degraus da Evolução, indo para um outro patamar de nossa existência. Eu não tenho como pensar outra coisa ao ver que tem pesquisas que provam que pobres precisam sair pra trabalhar enquanto ricos podem ficar em casa. Já saber que prevenir é melhor e mais barato que remediar, mas o bom mesmo será mostrado no final deste artigo, com incríveis contribuições de pesquisadores, mesmo que seja no terreno do óbvio.
Ah, ia me esquecendo: Pesquisando a maluquice no Conhecimento, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.
Finalmente, estamos iniciando os trabalhos de 2020. Não, péra. Não é bem assim. Estou de férias, tirando um tempo pra mim. Vocês sabem.Não, não sabem. Vocês têm vida mansa. Ok, ok. Como eu sou bom, justo e misericordioso, decidi que vocês não ficariam sem artigos. Assim, que tal lembrar daqueles artigos legais (na minha opinião, que é a que vale aqui. Faça você a sua lista) postados ao longo do ano? Como eu selecionei vários, separei em 3 partes. Espero que gostem.

Jesus é um camarada legal e coisa e tal. Mas temos muitos outros camaradas maneiros. Ao invés de nos preocuparmos com um desocupado que pegava jumentos alheios e comia e bebia de graça nas casas dos outros, deveríamos nos voltar para aquele que realmente veio para nos salvar, sem pedir que o seguíssemos.
Vocês pensam que a zueira começou com a Internet? Ledo engano, já que ela existe desde sempre, afetando até mesmo ganhadores do prêmio Nobel. Por trás daquela sisudez, sempre poderemos encontrar um espírito zueiro, pronto para pregar peças em meio a um trabalho sério, porque… bem, por que não?
Nesta segunda-feira, nosso Presidente
O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?
Hoje é um dia importante na minha vida. Não sei se é tanto para vocês, mas pra mim é. É um dia que em meu coração ficou como um marco, um divisor de águas. Quando antes era tudo trevas, a iluminação chegou e vimos que nossas vidas, apesar de tantas mazelas, tantas desgraças, tantas desavenças, tanto disse-me-disse, tanto governo que mal se importa com o que é realmente importante, no dia de hoje ficou marcado como um ponto que a linha temporal mudou e tudo se tornou mais claro, mas lindo, mas perfeito.