Que diferença faz um canudo na vida da gente? Algumas pessoas choram de emoção ao colocarem a mão em um. Outros não sossegam se não forem dois. Ficam eufóricos, beijam, abraçam, se atracam com o canudo. Uma realização e tanto. Mas, ter um diploma faz de você um bom profissional? Te fará cometer menos erros? Você será mais competente?
O Supremo tribunal Federal acha que não, que a carreira de jornalismo não precisa, necessariamente, requisitar diploma universitário. Ele derrubou nesta quarta-feira (17/06) a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão. O relator da matéria, Gilmar Mendes, e os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluzo, Ellen Gracie e Celso de Mello votaram pelo fim da exigência do certificado. Apenas Marco Aurélio Melo votou pela obrigatoriedade. Por falta de alguma loucura religiosa, eu, do alto da minha sapiência, vaticino: Temos aí, mais uma SEXTA INSANA! Continuar lendo “STF derruba a obrigatoriedade do diploma de jornalista”

Com a evangelização da Europa, os cultos da Antigüidade à fecundidade e ao Sol, que aconteciam no dia do solstício de verão, foram integrados ao cristianismo. Passaram a acontecer no dia 24 de junho, festa do nascimento de São João Batista. Essa escolha não foi feita ao acaso e guiada apenas pela efeméride, ou seja, a suposta natividade do santo em seguida à noite mais curta do ano no Hemisfério Norte. Na verdade, João, aquele que purificava os judeus pecadores no rio Jordão, representa os elementos que governam as cerimônias solsticiais, a saber, o fogo e a água. Nos Evangelhos, João pronuncia as seguintes palavras: “Eu utilizo a água, mas aquele que vier depois de mim batizará com fogo”.
Seria pueril criticar o discurso do presidente Obama no Cairo para o mundo muçulmano. Foi bem redigido e, como de costume, bem proferido. Teve o impacto pretendido, apesar de serem difíceis as ações que sustentarão as palavras.
O mundo islâmico é uma algaravia de esquisitices. E quando eu vejo uma notícia como essa, eu fico sem saber quem está na frente no quesito tosqueira, se os cristãos ou os muçulmanos. Decidam-se vocês, pois pra mim é caso perdido; ainda mais quando eu vejo que durante 30 (TRINTA!!) anos o cinema era proibido na capital da Arábia Saudita (Riad, caso você tenha matado as aulas de geografia).
Imagine um concurso entre pequenas cidades cujo objetivo seja premiar a que apresente o melhor projeto para reduzir suas emissões de carbono e aumentar a geração de energia renovável. Uma delas então se propõe a resolver essa equação em apenas 10 anos, e vence. Por onde o trabalho começaria?
A Wikipédia é a coisa mais anárquica que pode existir. Como todas as boas idéias, começa muito bem me acaba virando zona. Criada com o intuito de compartilhar conhecimento, servindo de guia para referências e consultas rápidas, virou o salva-vidas de alunos preguiçosos que copiam e colam o texto, sem nem tirar os links (cansei de dar zero em trabalho “feito” assim). Considerando que é uma ferramenta de colaboração indiscriminada, qualquer um pode editar um texto lá. A chamada Wikipédia lusófona (em português) consegue ser um verdadeiro lixo, onde há muitas guerras de ego e onde portugueses, que se acham donos do idioma, capam artigos brasileiros e fanáticos religiosos vivem editando besteiras (já vi um “Jesus é o Senhor” num artigo. Pena que não dei screenshot).
O mundo está mudando. Antigos preconceitos estão caindo, surgindo no horizonte uma promessa de igualdade. Pelo menos, é isso que esperamos e o afro-presidente Obama Wan Kenobi está se esforçando para isso.
Eu devia colocar esta notícia apenas amanhã, pois é o dia da nossa já famosa Sexta Insana. Ah, mas que diabo! Vamos logo alegrar o pessoal com mais uma tosqueira propiciada pelo gênero humano.
Hipocrisia pouca é bobagem, não é mesmo seu Papa? Para quem acompanha os arautos da cultura (nós, claro), viu que publicamos uma notícia onde o
Os 200 anos de nascimento de Charles Darwin forneceram ocasião para um frenesi editorial. Celebrou-se a efeméride sobre o único grande pensador do século 19 a atravessar o 20 incólume, ou bem adaptado, com dezenas de livros. Darwin foi exumado, de novo, para demonstrar o excelente estado de conservação do mito do cientista guiado apenas pelas luzes da razão e dos fatos.