Bem, pessoal. Acabou a moleza. Hora de voltar ao batente. Esqueçam o que andaram fazendo durante o carnaval (coisa que muitos querem realmente fazer, ainda mais quando descobrem que algumas marcas de cerveja causam dor na região anal). Agora, começa a Quaresma, isto é, os quarenta dias antes da Páscoa, que é uma data muito legal. Quando Jesus nasce, ganhamos presentes; quando ele morre, ganhamos chocolates, como diz o Kentaro Mori. Bem, vamos à notícia: Por pura falta do que fazer, os gloriosos líderes da Igreja Anglicana estão exortando os fiéis a abrir mão de seus iPods durante a Quaresma, em lugar de vícios mais tradicionais como o chocolate, para ajudar a salvar o planeta. Só não tenho certeza se isso é aplicável aos xing-ling de dez merréis, adquiridos no seu camelô favorito.
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Uganda é, como boa parte dos países da África, algo que só saiu da pré-história, pois lá (algumas) pessoas sabem ler e escrever. No mais, é o tipo de lugar em que nenhum de vocês gostaria de passar as férias, e não sejam hipócritas dizendo que não é bem assim. Como todo lugarzinho tosco, ainda não se decidiu qual regime tem. Em 1971, o psicótico Idi Amin deu um golpe de Estado e tomou o poder na mão grande. Em 1979, houve um contra-golpe, com a ajuda da Tanzânia (até parece que ela é um grande poderio militar) e assumiu Yusuf Lule, que pouco depois foi deposto em favor de Godfrey Binaisa, que também foi deposto quando uma junta militar assumiu o comando da bagaça. Apollo Milton Obote volta ao poder (foi ele quem Amin derrubara no golpe de Estado). Nesse ínterim, a violência exacerbada e a anulação de qualquer direito que as pessoas pudessem ter marcaram aquele ridículo canto do mundo. O atual presidente Yoweri Museveni foi democraticamente eleito em 1996. Em resumo, ninguém lá se entende e a violência é a ordem do dia naquele maravilhoso lugar, que nem mesmo Drácula gostaria de passar a noite.
Este é um mimo de notícia, trazido até nós pela amiga Gabrielle: Vereadores do município de Carazinho, no norte do Rio Grande do Sul (favor não fazerem piadas, como a dos 3 punhais) estão envolvidos numa polêmica bíblica. Isso porque há uma ridícula
De boas intenções, o Inferno tá cheio… ou as igrejas (se bem que uma coisa não se distingue de outra). Um grupo de missionários batistas foi preso e julgado pela justiça do Haiti (sim, alguma coisa está funcionando lá). A acusação é que eles tentaram levar 33 crianças sem documentos para a vizinha República Dominicana. O grupo, de cinco homens e cinco mulheres, é ligado a uma igreja batista e levava as crianças, com idades variando entre 2 meses e 12 anos. Eu custo a ver algum ato de bondade, ainda mais sabendo que eles estavam fazendo na surdina. Segundo a porta-voz do grupo, os missionários não pagaram pelas crianças, que foram entregues pelo pastor Jean Sanbil, com a desculpa que isso seria para coibir o tráfico de crianças.
O mundo gira e a Lusitânia roda. Como todo papa que se preza, Chico Bento XVI tem urticária quando o assunto é cultura. Seus antecessores sempre tiveram um pé atrás com a Ciência e não foram poucas vezes que Darth Ratzinger falou mal dela
Diz o ditado que quem se junta com porcos, farelos come. Lula, na sua grandiosa megalomania de “estadista”, firmou pactos
E no belo e querido mundo islâmico, onde o bizarro é corriqueiro, a jornalista – que também é bela – Nadine al-Bedair, publicou um inquietante e safadamente interessante artigo no diário independente egípcio Al-Masry al-Youm, no qual ela defende o direito da mulher muçulmana de ter até quatro maridos. Obviamente, os Camelinhos de Alá ficaram tiririca da vida, prometendo rasgarem-se todos ou, melhor, rasgarem a tal dona. Militantes feministas islâmicas compraram a briga e a zona tá formada!
Eu estava pensando em colocar uma atualização no artigo sobre as
A essa altura do campeonato, você já deve estar de saco cheio ler, ver e ouvir sobre o terremoto de proporções cataclísmicas ocorrido no Haiti. Milhares de pessoas morreram, o país – que por si só já vive em algo pior que uma tragédia grega – está devastado. Os hospitais tornaram-se depósitos de mortos e desesperançados. Muitos brasileiros, entre eles os militares que estavam em missão de paz e a ilustríssima Zilda Arns, perderam suas vidas lá. Não há palavras na língua dos homens, dos elfos ou dos anões que possam demonstrar terror ante o ocorrido. Mas, contudo, devemos saber quando parar, e algumas coisas estão passando dos limites.