O Brasil, terra da pseudociência em que criacionismo é ensinado em colégios, fundações que “controlam” o tempo são contratadas, vidente que “prevê” uma queda de avião num lugar em que não passa aviões (e causa o maior auê), benzedeiras que ganham prêmios do IPHAN, mães de santo, astrólogos, numerólogos etc ajudado a tomar decisões. Sim, o Brasil é o país que odeia Ciência. Agora, pelo mesmo motivo que fosfoetanolamina foi aprovada, mamães hipsters ganharam o direito de ser acompanhadas por doulas nas salas de parto.
Doulas… até o nome é ridículo, mas não menos ridículo que suas atividades.
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As pessoas veem o mundo das religiões hoje e não sabe que eles não caíram de para-quedas, nem apareceram por mágica. Foram séculos, digo, milênios de ideias que foram se desenvolvendo até chegarmos no que temos hoje. E – SURPRESAAA!!!!! – continuará mudando. Assim, eu não entendi por que as pessoas ficaram chocadas com o caso da pastora canadense que admitiu não acreditar mais em Deus e seus cultos meio que mudaram um pouquinho. Eu disse no título e repito: não vi nada demais.
Tia Dilma e seus péssimos discursos foram afastados enquanto julga-se o Impeachment, num movimento de golpe pelo qual a Presidência foi destituída, esquecendo-se que poderia ter convocado as Forças Armadas para defender o país de um Golpe de Estado, que foi assim nomeado pela imprensa internacional, se você considerar apenas o Huffington Post. O maravilhoso golpe seguindo os ditamos da Constituição e determinado por representantes escolhidos pelo povo. Claro, eu não nasci ontem e sei o que tem em jogo ali é poder, mas as pessoas são muito afoitas em ver as coisas e não analisá-las.
Nosso mundo tem sede de energia. A população crescente demanda mais e mais energia, nem que seja para iluminar nossas casas ou carregar nossos celulares. Com o advento de mais e mais dispositivos, mais é necessário carregadores e mais ainda de fontes que gerem energia elétrica para que possamos carregar as baterias de todos esses trecos.
Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.
Ontem (17/04) foi o melhor dos nossos dias, o pior de nossos dias e… Nah, que nada, foi mais um dia como outro qualquer na Câmara dos Deputados. Um festival de insânia, uma ópera-bufa que não é sem precedentes, pois aquilo acontece diariamente, só que somos alienados e não prestamos atenção. Foram xingamentos, gritos de louvor, loas a torturadores e um festival de assassinatos da Língua Portuguesa.
Acho que já comentei aqui antes que sou uma pessoa muito curiosa e sempre me interessei por ciência. Poucos sabem, mas quando eu tinha entre 9 e 14 anos eu queria estudar química quando crescesse (é sério, gente, juro). Eu passei boa parte da minha infância e adolescência lendo enciclopédias e livros didáticos de ciência.