Você pensou que o caso da fosfoetanolamina tinha acabado? Nah, nah, está só no início! Os testes oficiais começaram. Então, é sinal que está pronta para distribuição, certo? Sim, se você for um completo energúmeno e totalmente ignorante em Ciência. O que aconteceu já acabaram os testes primários, nem mesmo os testes pré-clínicos começaram.
O excelentíssimo senhor ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, se encontrou com os pesquisadores responsáveis por conduzir os estudos com a fosfoetanolamina. Sabem oque foi descoberto? Na verdade, nada. Afinal, o que diabos eles estavam fazendo nos laboratórios, ao invés de salvar vida. Dica: salvar as pessoas de si mesmas.
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Com a imensa massa de refugiados, o medo paira sobre as cidades. Não só o medo do terrorismo ou da vingança de grupos extremistas, mas da onda xenofóbica de outros grupos extremistas, que acham que não deveriam receber aquela massa de pessoas.
O grande diferencial do Império Romano para outros reinos, como Cartago – em quem Cipião, o Africano, sugeria que lhe passasse o cerol – foi a vida social dos cidadãos. Grandes banhos públicos garantia que você, pobretão, tomasse banho ao lado de um tribuno. Isso garantia que todo mundo ficava de olho em todo mundo. Eles tinham até privadas públicas, literalmente públicas, com um “troninho” ao lado do outro. Homens e mulheres em papo animado enquanto faziam o número 2.
Lá pelas bandas de 1991, turistas alemães estavam dando um rolé a 3210 m de altitude, no monte Fineilspitze. Acabaram, sem querer, dando de cara com uma múmia, cuja idade acabou sendo estimada em 5300 anos. Era
Eu acho muito interessante ver aparelhos médicos e científicos que nossos avós usavam. Muito fascinante. Me chama muito a atenção a plague mask, junto com um traje característico, como observado aqui ao lado, usado por “médicos” que perambulavam verificando as pessoas que estavam doentes, que podiam estar doentes, que não estavam doentes e poderiam desenvolver a doença. Eles usavam essa imensa máscara com uma espécie de bico curvo e lentes de vidro nos olhos. O bico curvo era enchido com especiarias, menta, canfora, uma esponja embebida em vinagre, pétalas de rosa ou uma mistura disso tudo, para protegê-los dos humores malignos exalados pela doença. A figura tinha profundo impacto psicológico, pois já anunciava a quem visse que havia alguém bem doente ali e era para manter distância.
A Coreia do Norte, vulgo melhor Coreia, é o melhor exemplo de um país que parece ter sido fundado para ser um eterno meme, mas não para quem mora lá. Aquela tristeza mais parece um filme de terror, entre a paranoia estatal e a aquiescência bovina do povo, que chega ao fanatismo, o que, claro, é fomentada pelo Estado.
O oxigênio bem mostra como a Química está pouco se importando com o resto. Primordial para uma guinada evolutiva, o oxigênio, este sacaninha, foi o responsável pela primeira grande extinção, quando organismos fotossintetizantes começaram a produzi-lo em larga escala. Só que a Seleção Natural dá, a Seleção Natural tira. O oxigênio é um gás extremamente oxidante (d’Oh!) e, por causa disso, ataca tecidos, degrada proteínas e manda seres vivos pra vala, na paz do Nosso Senhor Design Inteligente. Tempo passou e a Seleção Natural selecionou naturalmente aqueles que tinham condições de viver em uma atmosfera rica de oxigênio.
Existem muitas definições que explicam a diferença entre Ciência e Engenharia. Uma delas é que Ciência se baseia em “Por quê?”, enquanto Engenharia se baseia em “Por que não?”. O meio termo disso é a curiosidade de saber se as coisas são possíveis, para depois observarmos o que acontece daí por diante. isso vai desde colocar um graveto naquele troço laranja quente que apareceu com a queda de um raio numa árvore até atirar nêutrons num núcleo atômico.
Vikings formaram uma civilização fascinante. Ok, que eles saíam saqueando terras alheias, estupravam as mulheres, pegavam escravos etc. Bem, pessoal admira os gregos e romanos, sendo que estes nunca foram bonzinhos. Vikings não perdem em termos de selvageria em nada para outras civilizações, como o que os espanhóis e portugueses andaram aprontando durante o período das grandes navegações ou o alvorecer do império britânico.