Está dando celeuma a escolha do o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, que além disso é bispo licenciado da Igreja Universal. O principal argumento é que… bem, é Universal, né? Não pode vir boa coisa. Eu acho que devemos ficar com um pé atrás (nas costas dele), o que é válido para vários outros. O problema é: quem vamos escolher. Assim, como quem não quer nada, eu pensei “Botões, ó, botões! Como escolheríamos o próximo ministro do MCTI?”. E meus botões me responderam e isso fez sentido. (se você fala com seus botões, você é um pensador. Se seus botões lhe respondem, procure um psiquiatra).
É muito simples! Basta fazer como no caso do presidente do Banco Central: uma sabatina. Mas o que perguntaríamos?
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Ontem (17/04) foi o melhor dos nossos dias, o pior de nossos dias e… Nah, que nada, foi mais um dia como outro qualquer na Câmara dos Deputados. Um festival de insânia, uma ópera-bufa que não é sem precedentes, pois aquilo acontece diariamente, só que somos alienados e não prestamos atenção. Foram xingamentos, gritos de louvor, loas a torturadores e um festival de assassinatos da Língua Portuguesa.
Acho que já comentei aqui antes que sou uma pessoa muito curiosa e sempre me interessei por ciência. Poucos sabem, mas quando eu tinha entre 9 e 14 anos eu queria estudar química quando crescesse (é sério, gente, juro). Eu passei boa parte da minha infância e adolescência lendo enciclopédias e livros didáticos de ciência.
Um fenômeno atual é aquele que o pessoal polariza tanto uma questão, com um discurso tão inflamado, idiota, tolo e irresponsável que acabam ficando com o mesmo discurso daqueles que eram contra. Uma posição tão diametralmente diferente, mas que parecem ser tão próximos.
Os Estados Unidos da América não é um país perfeito e, claro, tem muitos defeitos, como muitas vezes se meter em problemas alheios, normalmente piorando a situação. Mas a despeito de suas loucuras, eles ainda mantém um certo espírito de coletividade (e isso pode ser exagerado, às vezes, mas são outra cultura). Eles têm vários projetos, como o
Extração de minérios para se obter metais tem um impacto ambiental muito alto. Mas é necessário. Mas é altíssimo. Mas é necessário. Você quer carcaça de alumínio no seu iPhone? Então pare de frescura ambientalista. Ou jogue seu iPhone no lixo. Ou faça as duas coisas e não encha o saco. Praticamente, não tem metais livres na Natureza. É preciso extrai o minério e purificá-lo, extraindo o metal que se quer. mas e o que não se quer? O que se faz com aquilo?
Brasilzão mostrou a que veio mais uma vez. Tiramos o 58º lugar nos índices educacionais, numa relação de 65 países. As notas estão abaixo da média mundial, e isso pode significar um monte de coisas, mas eu prefiro ser sucinto e dizer o ponto básico: somos um país de ignorantes.
O sistema de cotas (quaisquer uma delas, seja pra ingresso no Ensino Superior, seja pra concurso público) é algo que políticos adoram, ainda mais porque isso os ajuda a serem eleitos. Já começa pela formação do Congresso, que tentam obrigar que tenha um contingente maior de mulheres, mesmo levando em conta que a maioria dos eleitores são do sexo feminino, e se elas não querem votar nelas mesmas, obrigar por força de lei que tenha um candidato que de outra maneira não seria eleito não é ir contra a vontade da população? Já a cota para negros e pardos para ingresso no Ensino Superior é para "corrigir" uma dívida histórica.. Em 10 anos aplicando o critério de cotas teve tempo suficiente para garantir ensino de qualidade desde a Educação Básica, mas assim como a CPMF, as cotas viraram muleta, em que ninguém se sentiu na necessidade de mudar algo. Veio a