Sim, isso mesmo que você leu. Como o Fantástico não dá direito a pedir música quem vence uma Olimpíada de Matemática, o CNPq ficou solidarizado e resolveu dar um dinheiro para os ganhadores. Sendo assim, o Programa de Iniciação Científica da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP ) dará continuidade à formação matemática dos estudantes medalhistas da OBMEP por meio de um mimo: A concessão de bolsa de Iniciação Científica Junior. Legal né? É o Brasil reconhecendo o potencial de seus futuros cientistas.
Ah, sim. Vocês sabem quanto é, em valores de din-din, uma bolsa de Iniciação Científica Júnior? 100 reais. Isso mesmo. Duas notas de cinquentinha. 5 notas de 20 reais.
Metendo a mão no bolso e sentindo que lá dentro só tem uma ficha telefônica velha, esta é a sua SEXTA INSANA!
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E agora… nada. Donald Trump, o cara que muitos julgaram que era um azarão, que não tinha capacidade de passar nem das primárias, foi eleito nessa madrugada como presidente da tida como Nação Mais Poderosa da Terra. Não sei se este termo ainda é aplicável hoje, mas não faz diferença. Com isso, os Republicanos estão rindo de orelha a orelha. Concentram a maioria no Congresso, tanto na Câmara dos Deputados quando no Senado. Com a eleição de Trump, o Executivo e Legislativo estão sob domínio da ala conservadora.
O negócio não tá nada legal na Coreia do Sul Se já não bastava o vizinho maluco de cima, agora uma investigação está levantando os podres da presidente Park Geun-hye, que estaria sob manipulação da líder do grupo religioso 8 Deuses.
A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.
É injusto dizer que o Brasil tem muitos problemas. Não tem! O único problema do Brasil é ser o Brasil. Aqui, tudo é empurrado com a barriga, de preferência ladeira abaixo, ou pelo poço adentro, tentando encontrar o fundo. Bem, o Brasil já passou pela Samara chegou no fundo do poço, e tá cavando com a dívida da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro.
A cada dia, nós temos mais e mais fome de energia elétrica. Nossas cidades crescem, a população depende cada vez mais de smartphones, GPS, tablets, notebooks, PC do tipo desktop etc. Temos televisões, geladeiras, freezers, micro-ondas, lâmpadas, chuveiros e até o seu fogão convencional tem um plugzinho para ser ligado na tomada para que o acendedor automático funcione. Tudo isso alimentado por eletricidade (curiosamente, antigamente os acendimentos automáticos dos fornos eram por meio de cristais piezelétricos, sem precisam ligar na tomada. Nossos avós eram mais espertos). Quando carros elétricos se tornarem populares, este consumo será maior. Quem vai gerar tudo isso?
Tia Dilma e seus péssimos discursos foram afastados enquanto julga-se o Impeachment, num movimento de golpe pelo qual a Presidência foi destituída, esquecendo-se que poderia ter convocado as Forças Armadas para defender o país de um Golpe de Estado, que foi assim nomeado pela imprensa internacional, se você considerar apenas o Huffington Post. O maravilhoso golpe seguindo os ditamos da Constituição e determinado por representantes escolhidos pelo povo. Claro, eu não nasci ontem e sei o que tem em jogo ali é poder, mas as pessoas são muito afoitas em ver as coisas e não analisá-las.
Alimentar milhões e milhões de pessoas não é fácil. Claro, vocês pensam que é um caso simplesmente de plantar mais umas alface, umas couve, uns tomatinhos na faixa. É compreensível, ainda mais vindo de gente que mora em apartamentinho e nunca plantou um feijãozinho no algodão molhado. Agricultura é bem mais complicado que isso, ainda mais levando em conta que qualquer atividade humana gera impacto ambiental.