Sim, faltou mais um “6”, mas que eu posso fazer? De qualquer forma, ainda teremos mais 600 edições de imbecis falando besteira e eu quero começar este ano expurgando das besteiras dos fins de 2013. Eu não quero saber do que rolou de insano de ontem pra hoje. A bem da verdade, nem estou escrevendo “hoje”, é um artigo pré-preparado; afinal, eu tenho direito a férias, nem que seja da gentinha que escreve besteira durante todo o ano.
Aliás, uma coisa engraçada (do tipo ‘engraçado estranho” e “engraçado HA-HA”, ao mesmo tempo) acontece com certe frequência. O cara vem aqui, adora o site, adora como eu escrevo e como sacaneio os imbecis, mas quando falam besteira e eu aponto isso, tripudiando em cima (ou não), aí o site é uma merda, escrevo mal, ofendo as pessoas mimimi. E veremos isso a seguir, pois este é a sua VOZ DOS ALIENADOS 2014!

Em 2007, eu postei um artigo de brincadeira, chamado
A famosa frase de Yuri Gagarin, dizendo que a Terra é azul (que, na verdade, ele nunca disse. A frase certa é algo como “Através da janela, eu vejo a Terra. O chão é claramente identificável. Eu vejo rios e as dobras do terreno. Tudo é tão claro…”) mostrou como o mundo era maior, mas mais simples, do que o Homem imaginava. Mas a mais icônica foto é aquela que mostra o “nascer da Terra” em plena superfície lunar. Mas, como foi isso?
Olá, pessoal! Aqui vamos para maiores informações da sonda espacial que o Brasil, O BRASIL!!!!, está prestes a lançar. Daremos informações com exclusividade, entenderemos os detalhes, as minúcias e conversaremos com técnicos ligados diretamente ao projeto.
O Senhor dos Céus contempla o infinito e além. Ainda que não seja tão poderoso quando o mais poderoso dos Deus, Saturno está tranquilo em seu leito etéreo, nas vastidões do Sistema Solar. Em volta dele, seus fiéis vassalos aguardam seu comando e o mais poderoso desses vassalos é o maior satélite de Saturno, mas ainda inferior a Ganimedes, o maior satélite do Sistema Solar, vassalo de Júpiter.
A hora que eu mais gosto do dia é a manhã. Acordar e olhar pela janela e ver o mundo abrindo-se para mais um momento. Diferente das pessoas que acham que aquilo lá fora precisa ter sido criada por alguma entidade mágica, eu me contento com a magia metafórica da maravilha que a Natureza pode nos trazer. É uma beleza enganadora, já que ainda temos desastres, vulcões, terremotos u tempestades. Mas um simples raiar do sol nos da esperança, nos inspira.
Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
Todo ano, dede 1825, a Royal Institution realiza um círculo de palestras abertas ao público, focando mais crianças e adolescentes. São palestras feitas não só para educar ou sairia algo criado pelas malditas pedagogas, mas para instruir e, sobretudo, divertir.
William Sanford Nye pode não ter nada de muito incrível. Para os nossos padrões, ele é feio, alto demais, magro demais e sotaque que soa como gringo e é um motivo para motorista de taxi querer dar uma volta nele na conta da corrida. Nos EUA ele é bem conhecido. Não como ex-engenheiro mecânico da Boeing, filho de uma decifradora de códigos. Ele é conhecido coo Bill Nye, the Science Guy, responsável pela educação científica de milhões de crianças, juntamente com o Mundo de Beakman.
Às vezes, eu gosto de olhar para a janela, ver o mundo passar, mesmo sabendo que quem está passando sou eu. Aliás, sim, o mundo está passando: num movimento de rotação, translação e precessão. Podemos ver outros lugares quando viajamos e são dois movimentos distintos: nosso movimento em relação à Terra e o movimento da Terra no espaço sideral. Mais fantástico que isso, são as visões que os astronautas da Estação Espacial Internacional veem. Desde nosso planeta até sondas de outros países, brilhos de tempestades e nossas luzes noturnas.