Um dos principais problemas de formação universitária, no Brasil, é que os estudantes ficam nas salas e laboratório aprendendo apenas conteúdo. Não que isso não seja importante, mas seria muito mais produtivo se cada um estivesse mais envolvido com pesquisas em andamento (sim, eu sei que ciência e pesquisa por aqui é mal visto por 90%). Saber os fundamentos é ótimo, mas estar acompanhando o conhecimento se desenvolvendo ou, como costumam dizer, o "fazer ciência" é muito melhor.
Uma estudante de graduação da Universidade de Washington ajudou a desenvolver um novo método para a detecção de água em Marte. Qualquer um que não seja tosco e evoque os antigos espíritos do mal as criancinhas na África vê nisso um leque de possibilidades, em termos de ciência e desenvolvimento de tecnologia.
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O Deus da Guerra repousa plácido, indiferente a nós, humanos. Por eras ele estava lá, a nos observar com algum desinteresse. Hoje nós o vencemos.
Eu ainda não entendi essa tara por Plutão. Aquela porcaria de pedra coberta de gelo, localizado mais longe que a casa da sua sogra. Quando a União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) resolveu que
Qual o segredo da vida? Quais as moléculas que estavam presentes aqui? Elas podem ser encontradas em algum lugar no espaço? São coisas que bioquímicos e cosmologistas procuram responder. Buscando a nossa história a 27.000 anos-luz de distância, cientistas descobriram o que parece ser a chave que abrirá um cofre cheio de surpresas. Trata-se de uma molécula orgânica que não é nada comum, mas estava escondida numa nuvem de gás interestelar.
Na noite da última terça-feira (23/09), a Índia conseguiu DE PRIMEIRA colocar uma sonda em órbita de Marte. A Índia, com todos os seus problemas sociais (na maioria das vezes causados pelos seus sistemas de castas e sua religião meio esquisitona) consegue algo fantástico. O Brasil? Infelizmente, não conseguimos construir um foguete (coisa que a Alemanha fez na década de 1940) nem colocar um satélite em órbita (coisa que a URSS fez em 1958).
Os dois deuses gelados estão em seus descansos. O deus Οὐρανός, Aquele que Cobre, está quieto em seus tons baços, esquecidos. Já o Senhor dos Oceanos, Rei de todos os Mares e pai da Ariel, junta-se a ele no esquecimento. Depois que a Índia esteve num balé gravitacional com o Planeta Guerreiro, esses dois, gigantes adormecidos, estão meio que esquecidos. Mas não por nós, cientistas.
Uma das maiores conquistas da humanidade foi, sem dúvida, a nossa chegada em outro mundo. Quando saímos de nossa querida Mãe-Terra e chegamos na Prima-Lua, nós ultrapassamos todas as fronteiras e inauguramos novas, e uma delas é a que nos separar do restante do Universo, mediante nossa ridícula existência em termos de morfologia e fisiologia. Não podemos viver no espaço sem ajuda. Fim.
Eu adoro o site da Universal e do Gospel+. Eu os amo de paixão, mas pelos motivos errados. Tão bons quanto as matérias, temos os trolls de Jesus comentando, dando "Hosana ora vem Senhor Jesus!"
Eu já fui uma criança um dia. Não pegava gatinhos para sacrificar em honra a Satã (eram lagartos e em homenagem a Dagon). Diferente das crianças de hoje, que leem estas merdas de Percy Jackson, Dive-detergente e outras coisas toscas e mal-escritas. Eu vivi num tempo em que a gente se aventurava, não pelos profiles dos "amiguinhos" no Facebook para xingá-los ou escrevia besteira no Secret. Líamos clássicos como o Médico e o Monstro, O Último dos Moicanos entre outros títulos. Mas, claro, em termos de aventura, poucos se comparam e ele: o Pai da Ficção Científica Moderna: Júlio Verne.