Qualquer visitante extra-terrestre que passar pela Terra perceberá que há vida aqui, talvez até inteligente. Nossa maior mostra que estamos aqui é nossa pegada luminosa, com trocentos lumens mostrando que há poucos lugares onde não estamos.
A missão conjunta entra a NASA e o NOAA enviou ao Espaço o VIIRS – Suomi NPP, o Visible Infrared Imaging Radiometer Suite, Um radiômetro de varredura que coleta imagens visíveis e infravermelho da Terra, além de fazer medições radiométricas da atmosfera, criosfera e oceanos. Os dados VIIRS são usados para medir as propriedades das nuvens e aerossóis, a cor do oceano, a temperatura da superfície do mar e da superfície.

LISA é acrônimo de
Os dois homens descem ao interior da Terra para explorá-la e tirar suas riquezas. Ao chegar nas profundezas, os homens caminho para o trabalho. Sim, eles têm medo, mas também têm esposas e filhos. Eles precisam do dinheiro. Mais e mais eles adentram ao túnel. Há algo estranho no ar pesado. O carvão está logo ali adiante, mas tem algo errado. Nas mãos, uma lanterna com uma chama bruxuleante. Logo eles percebem o que tem de errado: gás. Uma garra gelada segura suas espinhas, já que o gás emanado é altamente inflamável e a chama da lanterna ia fazer tudo aquilo explodir. Eles param e esperam a morte em meio a chamas… mas nada acontece.
A Morte, em seu manto negro, vagou pela África. Não que isso seja algo inusitado, mas a Asrail, o Anjo do Destino Final encontra meios para selar os destinos de muita gente. Há muito anos, ela consultou sua ampulheta e viu que estava atrasada com muitas almas a serem entregues de volta a Obatalá, o Criador de Tudo.
Lembram daquela palhaçada sobre a qual
Ei, psiu! Sabe vocês aí que me xingaram por causa dos meus vídeos da fosfoetanolamina? Parece que o jogo virou, né, queridinhas? O Instituto do Câncer de São Paulo terminou os testes clínicos e ficou demonstrado aquilo que eu tinha dito: Não, fosfoetanolamina não cura câncer (era essa a proposição). No máximo, ela ajuda nos casos de melanoma, mas não se tem certeza. A certeza é que seu facebook e seu grupo familiar no whatsapp só falaram besteira.
O pai olha desolado o que tem à sua frente. A mãe está virada para o marido, com o rosto em seu peito. Lágrimas escorrem e molham o terno. Não há muito o que fazer. Sua criança está enferma. É o ano de 1916 e a cidade de Nova York caiu. Caiu por causa de uma invasão, de um ataque em massa; não de chitauris, não do Apocalipse e, não, o Antimonitor não teve nada a ver com isso, nem mesmo um simples ataque do Duende Verde. Quem colocou Nova York de joelhos foi um vírus, mas não vindo de Raccoon City. Vindo do seu intestino, mesmo. O vírus da poliomielite.
Você aprendeu desde cedo que impressões digitais são únicas e mesmo gêmeos idênticos não possuem a mesma digital, e até muitas vezes a própria pessoa muda a digital com o passar do tempo. Muitos smartphones hoje possuem um leitor de impressão digital que, UAU!, funciona independente de como você coloca o dedo lá (ops), sendo que nem precisa pegar o dedo todo. Segurança excelente, certo? Dá até para se garantir com compras que usam sua digital como senha. O que pode ser mais seguro? Talvez colocar o celular sem bateria, quebrado, dentro de um cofre e atirar isso tudo na Fossa das Marianas. Infelizmente, como isso não é possível, podemos ficar tranquilo com o uso das digitais, certo?
Divulgação científica é legal, mas o conselheiro come. São dez anos trazendo informação em forma de artigos e, agora, vídeos. Vídeos são legais pois muita gente ainda não me conhecia e tomou um pouco de conhecimento pelo YouTube.