Mexer com coisas fundamentais de nossa psique pode ser sinal de problemas à vista. Lidar com nossas emoções é sempre complicado e quando temos a mais profunda dessas emoções analisadas pelas lentes frias da pesquisa científica, acabamos sendo acusados de desumanizar nossos comportamentos. O amor materno é, como todos os nossos sentimentos, reflexo de bilhões de anos de evolução biológica. De uma maneira seca, nos limitamos a dizer que não passam de descargas elétricas causadas por reações químicas no cérebro. Uma recente pesquisa estabelece, contudo, novas variáveis no jogo: o odor.
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Eu creio que vocês devem se lembrar da
O mundo da imbecilidade não para de surpreender. Se bem que nem é tanta surpresa quando algum idiota posta besteiras aqui ou me envia pelo e-mail. Creio que foi a única maneira de conseguir levar suas palavras a todas as criaturas da Terra, como manda o Evangelho. Mas do jeito que estes imbecis são, eu fico pensando que o Cristianismo não teria durado 1 ano se dependesse deles nos inúmeros embates teológicos que aconteceram. Pena que isso não aconteceu e o Cristianismo está aí, dando-nos trabalho.
O mundo parece ter ficado um pouco melhor. Nada de muita agitação ou conflito. Nada de gente se exterminando em níveis que chegam à boçalidade. O mundo está tranquilíssimo perto do que ele era. Ao menos, é isso que o psicólogo (sim, eu sei) Steven Pinker acha. Para ele, faz uns 500 anos que o mundo está se tornando um lugar cada vez mais seguro para se viver, e a raça humana nunca foi tão pouco violenta. Ele defende isto com números que mostram como as guerras e mortes estão diminuindo em todo mundo. É realmente isso que acontece?
Em algum momento da história da Humanidade, resolveram que as pessoas tinham que aprender alguma coisa. Não só que sementes dificilmente brotarão se não forem enterradas em terra úmida, como fazer uma pirâmide com o lado maior para cima não era uma boa ideia. As pessoas precisavam daqueles com os quais podiam sempre contar. Construíram locais de aprendizado e, é claro, havia crianças por pertos. Local de aprendizado + Crianças deu origem a uma das profissões mais amadas de todas: o pipoqueiro!
Dois arregalados olhos castanhos circulam pelo ambiente, aterrorizados. O medo chega até a garganta, mas nenhum som sai dela. Uma cabeça gira e vasculha todos os pontos do ambiente, até que uma porta desliza suavemente para cima. Silêncio. O ser monstruoso do outro lado da porta começa a se agitar; o movimento de suas garras e ruído horrível aterroriza o dono dos doces olhos castanhos, e este correrá em busca da única coisa que sua mente acha que garantirá a segurança: sua mãe. O macaquinho corre e se agarra a uma boneca feita de arame e com "pele" felpuda e é tudo isso que o coitado precisa para se sentir seguro.
Uma das coisas mais maneiras que eu vi (e isso faz tempo) foi uma
Vamos deixar a hipocrisia de lado. Todos nós sabemos que há vários caminhos para o coração de alguém, mas indo de carro a viagem é mais fácil e rápida. Antes, nossos avós juntavam os panos de bunda e se casavam (de preferência, indo morar com os sogros, onde o Inferno estava garantido por bons anos, até que o cara desse um jeito naquilo, mas assassinato nem sempre era uma opção). Atualmente, não é mais assim. Os enlaces matrimoniais nem sempre são feitos no seio da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana ou em algum terreiro de macumba, para posterior averbação da "escritura" num cartório (eu sei, Fátima, EU SEI!). De acordo com uma pesquisa publicada na semana passada, pessoas que não têm riqueza pessoal na forma de um carro ou ativos financeiros são menos propensos de se casar.
Assimilar a informação que você fez besteiras não é agradável. Ninguém gosta de estar errado. Eu mesmo não gostaria caso algum dia alguém finalmente conseguisse demonstrar que eu errei algum dia da minha vida. De qualquer forma, os antigos já diziam que é errando que a gente aprende, o tipo de coisa que pensamos quando um médico corta a sua perna direita fora quando deveria cortar a esquerda. O importante é saber como o cérebro reage frente ao erro e como se prepara para lidar com a situação.
Não adianta tentar negar: todos nós somos — em maior ou menor grau — detentores de algum tipo de preconceito. Desde coisas que chamam de música, como funk ou os baby, baby, baby da vida, até o modo como nosso vizinha anda vestido, passando por preferências sexuais, cor de pele ou times de futebol, o ser humano mostra que não está muito familiarizado com a vida em companhia de outras pessoas que julgam não fazer parte de um determinado grupo.