Você provavelmente nunca ouviu falar em Rudolf Brazda. Ele nasceu no lugar errado, na época errada e do jeito errado. O sr. Brazda nasceu em 26 de junho de 1913, na Turíngia, Alemanha. Ele já não era bem visto, já que seu pai não era alemão, e sim tcheco. Se isso não era ruim o bastante, a Natureza fez algo pior com o sr. Brazda: ele era homossexual. Como isso ofendia aos senhores da raça pura, ele foi preso em 1935, mandado para um campo de concentração, em Buchenwald, e de lá só saiu em 1945. O sr. Brazda foi o último sobrevivente homossexual a escapar dos horrores de um campo de concentração.
Quem não conhece história corre o risco de repeti-la, e levando em conta que o Brasil possui um dos mais ignorantes povos do mundo (sim, é isso mesmo! Não tampem o sol com a peneira), logo, logo caminharemos para isso, principalmente se depender de um vereador do Mato Grosso do Sul.

Normalmente, eu presencio reuniões pedagógicas e de pais-e-mestres no lado errado. No mais das vezes, na cadeira penal, onde professores são vítimas de pais enlouquecidos e entregues de bandeja pela coordenação. Hoje foi diferente. Eu, com pai, estava lá para ouvir os professores. Também tive que ouvir outros pais e orientadores. Então, nada mais justo de compartilhar aqui o que eu vi e, assim, entendermos por que a Educação está do jeito que está. Se você me acompanhou pelo Twitter, percebeu um pouco da insanidade em tempo real, inclusive com os trocentos erros de digitação e o corretor ortográfico jogando contra. Mas vamos falar um pouco agora, com as minhas impressões depois do ocorrido.
Um grupo de pesquisadores formados por médicos e psicólogos, mediante testes controlados, conseguiram o que muitos tentaram, e ninguém logrou: provar que existe vida após a morte. Esses pesquisadores alemães parecem ter resolvido de uma vez por todas uma das maiores dúvidas da humanidade: Depois que morremos, vamos ´para algum lugar?
Saiba, ó Príncipe, que nos anos que antecederam a subida dos Pedagogos ao Poder, e as águas engoliram o Ensino, houve uma era inimaginada. Neste tempo, mensagens sérias para crianças não seriam levadas como uma estocada ou violência moral. Não havia o ECA e Paulo Freire ainda perambulava pelos rincões, fazendo sua propagandola esquerdista. Era a época dos palhaços de circo, antes dos palhaços da política. E um deles era o Carequinha, nome artístico de George Savalla Gomes.
P. T. Barnum cunhou uma expressão muito apropriada: "Nasce um otário a cada minuto". Quando o otário pensa que está tendo um lucro, surgiu o primeiro negócio. Quanto o otário acha que vai se dar bem eternamente, aí é religião.
Nada no Universo é tão maluco que não se encontre algo mais insano ainda! Encarando isso como fato, entendemos muitas das coisas que vemos aparecendo todos os dias. A bola da vez é uma patente concedida pelo US Patent Office, o Escritório de Patentes dos EUA.. Entre muitas invenções malucas que devem passar por lá todos os dias, uma chamou a atenção: a patente da cura do câncer! SIM, ESTAMOS SALVOS!
O incrível mundo de Hades faz as coisas mais bizarras do mundo. O mundo que induz a pessoas desesperadas apelarem para qualquer coisa, ainda mais quando a questão envolve doenças. Aí, um bando de espertalhões se aproveita disso, com o lamentável fato das pessoas.
O mundo politicamente ecológico é um porre, ainda mais quando colocamos estudante de design e um 3D Studio (pirata) juntos. O resultado são estas bobagens sem limite, bom senso, noção e/ou vergonha na cara.
O engraçado da Ufologia é que ela é que nem uma religião: os caras realmente acreditam naquelas bobagens, gastam seu dinheiro todo e por mais que você mostre o óbvio, insistem que não, não é fraude. "Discos Voadores existem. Meu pai viu um, eu filmei com meu celular vagabundo, de noite num lugar afastado, e minha mão tremia, mas dá pra ver o OVNI ali, você tem que acreditar em mim, pelo amor dos Greys!"