Nosso mundo tem sede de energia. A população crescente demanda mais e mais energia, nem que seja para iluminar nossas casas ou carregar nossos celulares. Com o advento de mais e mais dispositivos, mais é necessário carregadores e mais ainda de fontes que gerem energia elétrica para que possamos carregar as baterias de todos esses trecos.
Como gerar tamanha quantidade de energia? Com combustíveis fósseis é impraticável. Isso aliado ao conceito que toda geração de energia acarreta impactos ambientais e sociológicos. Será que podemos resolver isso com novos métodos de geração de energia, de forma que diminuamos o impacto ambiental? É o que veremos no vídeo de hoje

Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.
O Efeito Placebo é um dos efeitos mais estranhos e mais empregados no mundo científico. usado para testar remédios ou até para melhorar as condições de vida de um paciente, quando em um tratamento. Práticas de “medicina alternativa” sem querer, usam o efeito placebo, seja dando remedinho mais do que diluído até passe de mãos, agulhas enfiadas em você, olho de boi num copo d’água e até acupuntura placebo em que você não espeta agulha nenhuma fazendo o mesmo que se espetasse, mostrando que acupuntura realmente não passa de placebão.
Todo mundo que seja minimamente versado em como funciona a Ciência (cerca de 2% da população) sabe que acupuntura, homeopatia, fosfoetanolamina, radiestesia, toque terapêutico e colocar galhinho de arruda atrás da orelha são a mesma coisa: crendices. A pessoa acha que galhinho de arruda cura câncer e fosfoetanolamina traz boa sorte (ou algo assim), e não adianta tentar mostrar fatos. Mesmo porque, pode-se provar qualquer com eles.
As pessoas não sabem o que é ceticismo. Pensam que é coisa de ateu satanista do Inferno. Outros confundem ceticismo com ignorância. Tem os que acham que religiosos não podem ser céticos, além dos que pregam que todo mundo é cético 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Sim, mais um artigo sobre fosfoetanolamina. Certas coisas são para postar sempre e sempre, para ver se as pessoas tomam vergonha na cara e deixam de ser burras e aprendem algo. Ok, nós sabemos que elas não aprenderão, pois religiosos fanáticos nunca aprendem, mesmo que esfreguemos as provas no focinho deles.
Eu até achei que demorou. Creio que as pessoas pararam para prestar atenção mais detidamente e acabou-se por descobrir um caso em que a fosfoetanolamina não só não curou o paciente, como deveria fazer, se eu for levar em conta o que os retardados disseram no Facebook, como ainda fez os tumores se espalharem por quase todo o corpo.