Com os altos índices de febre amarela e o número absurdo de mortes (uma já é algo inaceitável em pleno século XXI!), volta à cena dois tipos de imbecis: anti-vaxxers e gente que acha anti-vaxxers engraçados. Isso vem de uma compreensão errônea dos dois lados, posto que são duas classes de imbecis que sucumbiram à Teoria da Ferradura ao não saber como vacinas funcionam.
É muito tentador, reconheço, rir de idiotas que não querem se vacinar e se exporem ao risco de morrer de uma doença infecto-contagiosa. A frase “Darwin cuida” bem vem à garganta, mas quando você para 2 segundos para pensar, tendo ciência de como vacinas funcionam, o único comentário é “putz!”. Mas por que eu estou falando isso?
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E saiu o que todos estávamos esperando: os resultados do ENEM. Aquela maravilha que mostra a quantas andam a nossa Educação de forma mascarada (mas ainda caótica), pois na real mesmo vem o PISA e mostra que é bem pior do que estávamos pensando. Ainda assim, vale sempre dar uma olhadinha nas insânias do ENEM.
Afinal de contas, Nelson Mandela morreu na prisão? Algumas pessoas acham que sim. Outras têm absoluta certeza. Mas, não. Ele saiu da prisão para se tornar presidente da República Sul Africana, falecendo em 5 de dezembro de 2013. Por que as pessoas acham que ele morreu? Isso é um fenômeno chamado Falsa Memória, e é um problema quando você precisa entrevistar testemunhas.
A religião é baseada em fé. O bom religioso tem uma fé inabalável, e os cristãos tem a sua fé direcionada a Cristo Jesus. De acordo com a própria Bíblia, para aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, nada será impossível (Mateus 17:20). Não só isso, o próprio Jesus disse que o que lhe pedirem, ele atenderá “para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13,14, Marcos 11:24, João 16:23,24).
Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
Você espera que o ano que chega seja melhor que o ano que passou. Isso TODOS OS ANOS. Toda vez a reclamação generalizada mimimi esse ano foi uma bvosta´, ficando eu me perguntando como assim a vida dessa gente nunca melhora? Bem, o que se faz, então? Já que a coisa não anda, não custa contar com os poderes do oculto, magias simples que as pessoas fingem que não é que seja magia, são apenas simpatias. Você conhece várias. Todo mundo conhece. Que tal falarmos sobre elas?
Eu fico tranquilo com o Rio de Janeiro. Não é só aqui que tem políticos imbecis e uma população retardada que elege estes políticos imbecis. Já não bastando quem são os candidatos a governador para o próximo pleito (tanto no Rio quanto São Paulo), temos aquelas tosqueiras que são responsáveis pelas leis estaduais. Não é preciso ser nenhum gênio para conseguir se eleger deputado federal, quanto mais deputado estadual. Um exemplo de tosqueira é o deputado Feliciano Filho, do PSC. Veganzinho do coração e defensor dos animais (mas que eu aposto que tem inseticida em casa), ele idealizou um projeto-de-lei que visa não ter carne às segundas-feira em colégios estaduais e restaurantes que alimentam funcionalismo público. Motivo? Nos conscientizarmos nos animais fofinhos (como os que morrem barbaramente durante as colheitas).
Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.
A ALERJ, Assembleia Legislativa do Rio, que para presídio só falta colocar as barras e os deputados efetivamente irem para lá algum dia, derrubou o veto do governador Big Foot. Assim, fica-se proibida utilização de animais para testes de produtos de cosméticos, valendo para todo estado do Rio de Janeiro. Claro, ninguém disse como farão os testes. Eu sugiro que, já que não se pode usar animais, que se use seres vivos mais baixos na escala evolutiva, como fungos, esponjas ou políticos.