Não tem como ler uma chamada assim sem associar os distintos sacerdotes da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana aos casos de pedofilia. Exemplos citados aqui no Cet.net é o que não falta. Muito me impressiona (ok, é hipérbole) ver que Chico Bento The 16th pediu hoje que a ICAR “reflita sobre o que levou aos inúmeros casos de abuso sexual infantil atribuídos a padres”. Ele deveria refletir MUITO sobre os casos que ele mesmo deixou passar incólume quando o então Cardeal Ratizinger emitiu uma ordem para que todas as acusações (de pedofilia) fossem encaminhadas diretamente ao Vaticano. Isso ajudou “gente” como Joseph Henn e Lawrence Murphy.
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Nada é mais ridículo que religioso metido a inteligente querendo decidir pelos demais. Isso acaba acarretando em uma coisa estranha no país. Se antes o Brasil era o país do futebol e do carnaval, agora é o país do aborto, pois nunca antes na história desse país falou-se tanta bobagem sobre o tema.
Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.
Se já não bastava o tanto de criminosos barbarizando no estado do Rio de Janeiro, em especial na cidade do Rio, outros criminosos começaram a encher o saco. No segundo caso, são criminosos que o próprio cidadão burro resolveu que seria o
Bem-vindos, senhoras, senhores e psicopatas. Este é o Hell de Janeiro, onde a população está felicíssima com a atuação do estimado governador chorão — recentemente reeleito em primeiro turno — que está tranquilizando a população carioca e fluminense por causa de coisas exageradas que a Imprensa Golpista divulga com alarde neoliberal, posto que o clima de terror é apenas um factóide oposicionista dos imperialistas yankees e o perclaríssimo secretário de (in)segurança, José Mariano Beltrame pede para o pessoal manter a calma.
E aqui vamos nós descendo a ladeira. Se antes o Conselho Nacional de Educação quis cercear o uso de livros racistas e de apelo ao ódio, só faltando ter uma suástica na capa (maldito Goldwin!), como o de Caçadas de Pedrinho, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu que a obra Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século continue sendo entregue a alunos da rede estadual paulista. Por causa de que? Por que o livro atenta contra a moral e os bons costumes, pois tem "elevado conteúdo sexual, com descrições de atos obscenos, erotismo e referência a incesto". Eu realmente preciso citar Orwell de novo?
Nunca confie num clone. Alice dormiu no ponto e alguma pedagoga-zumbi-radioativa fugiu, mordendo todo mundo em seu caminho. Um deles, ao que parece, foi o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) que teve a “brilhante” ideia de protocolar uma proposta de emenda constitucional (PEC). O que vem nesta emenda? Pena de morte? Demissão sumária para político safado (com direito a algumas chibatadas em pra pública)? Não, isso não é importante. o importante é garantir o bem-estar das pessoas e, para isso, a PEC em questão visa incluir o direito à busca da felicidade na Constituição. Esta proposta recebeu a alcunha de “PEC da Felicidade” e esta é a segunda edição da SEXTA INSANA!
Estamos chegando ao fim. Do ano, do ano letivo, da linha e da noção de ridículo de nossos (seus; eu moro em Tuvalu) políticos e os tecnocratas da nação. A Educação está mais que zoneada e não poderíamos encerrar a gestão do Primeiro Molusco sem mais uma cangancha (calma, ainda temos1 mês e 22 dias apara mais besteiras governamentais). Dessa vez foi com o glorioso ENEM, organizado pela competentíssima equipe do ministério que acha que
Alguns títulos meus estão tomando forma de livros de sociologia. Espero morrer antes que o mal se consuma e eu acabe virando sociólogo (ou senador com mais de 1 milhão de votos). Durante toda a semana, um enxame de notícias sobre a tal Mayara Petruso (quando eu comecei a escrever este artigo, eu tinha escrito Mônica Peruzo, para vocês verem como dou importância a isso), que resolveu xingar no Twitter e no Facebook, atribuindo a vitória da Dilma aos eleitores do Nordeste, com frases como “Nordestino não é gente, faça um favor a Sp e mate um nordestino afogado!” (sic). Agora, ela está prestes a responder criminalmente por seu ato. No entanto, eu ainda sou um idiota que acha que todo evento ou ação social (qualquer uma delas) deve ser representação de algo e deve nos ensinar mais sobre nós mesmos. O que aprendemos com isso?
Volta e meia sempre acontece de nos lembrarmos de algo e ficarmos com um gosto amargo de não poder ter este algo novamente. Entretanto, ainda conseguimos resgatar pérolas, nem que seja de ostras bem escondidas. Foi mais ou menos o que aconteceu esta semana. Estava conversando com uma amiga minha e mencionei sobre uma série que assisti lá pro final dos anos 90 (o que para a maioria das pessoas significa a pré-história), que era apresentada às segundas-feira, na TV Educativa do Rio, vulgarmente conhecida como TVE. Era uma série apresentada pelo historiador James Burke. O nome do programa era Conexões (