O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
O desafio hoje é ter comida próximo ao local onde será consumida e daqui a alguns anos sairá muito caro produzir este alimento. Carnes, principalmente. Sendo assim, a saída é estudar algum método que se obtenha carne por métodos sintéticos.
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Uma das piores formas de exigir certo comportamento de alguém é quando você não segue o modelo, na base do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É difícil esperar que um filho aja de forma responsável quando seus pais estão com uma vida desregrada. Da mesma forma, é fácil querer um comportamento exemplar de um cidadão respeitador de leis, quando o próprio Estado não só não respeita como estupra suas próprias leis.
O heroi está em seus últimos momentos. A guerra que ele ajudou a vencer está terminada, assim como terminada estará a sua vida. A mão cai indolente a uma aceleração de 9,8 m/s². A maçã toca o colchão e a 3ª lei de Newton faz ela quicar, cair de novo e rolar. O fruto estava envenenado e era esta a vontade daquele que a mordeu. Um dos maiores heróis da Segunda Guerra Mundial, o homem que desvendou os segredos da inexpugnável máquina de encriptação da Alemanha Nazista, conhecida como ENIGMA, já não está mais entre nós.
Mais que um grande físico, cientista e laureado com prêmio Nobel, Richard Feynman tornou-se uma lenda. Se ele tivesse escolhido ser químico, teria alcançado a perfeição absoluta que só os grandes possuímos. Infelizmente, o modo jocoso lhe trouxe alguns probleminhas, onde o próprio Niels Bohr só faltou colocar um chapéu colorido e perguntar-lhe se Feynman não ia com a cara dele. Outro que muito provavelmente não via Feynman com bons olhos era J. Edgar Hoover, mas isso não era novidade, já que ele não ia com a cara de ninguém, a não ser Walt Disney, que era muito legal com as crianças, mas dedurou tudo que foi artista de Hollywood.
Antes de começarmos, uma promessa: eu farei de tudo para me contar nas piadinhas, já que vivemos no mundo politicamente retardado, e os imbecis se ofendem com tudo, o que eu acho muito ofensivo.
E mais uma vez eu estava aqui, sentindo-me feliz que nem filhote de Gallus gallus domesticus em ambiente de rejeitos não aproveitáveis quando me chega a notícia incrível, fantástica e extraordinária:
Políticos são sempre confiáveis. Eu confio plenamente que eles só fazem besteira. A onda agora é encher o saco, a sacola e a caixa de papelão, além das partes anatômicas masculinas. Certas partes minhas estão enrugadas com esta palhaçada ecológica (estou falando da minha testa). Se antes proibiram o uso de sacolas plásticas para o transporte das mercadorias adquiridas em supermercados, um vereador da cidade de São Paulo achou que papelão é feio e resolveu que por medida de lei, elas devem ser banidas. Qual é o problema dessa gente?
Pedagogo é igual em qualquer canto do Universo. Se você acha que nada pode ser pior que os psicopedarretardados do MEC, saiba que nem nisso o Brasil está livre de concorrência. A saber, os idiotas da Secretaria de Educação da cidade de Nova York estão correndo por fora e é bem capaz de um monte de tia brasileira querendo fazer algo para não deixá-los tomar a dianteira.
O Supremo Tribunal Federal, no uso de suas atribuições, resolveu cutucar o vespeiro. Isso porque começou-se a votação para se decidir pela descriminalização de abortos em condições específicas, em especial o caso de bebês anencéfalos. Entretanto, a bancada religiosa não gosta nada disso, já que isso enfraqueceria seu poder junto
Paulistas e paulistanos não têm agora pra onde correr. Até hoje os supermercados podiam dar a famosa sacolinha amiga para que os pobres mortais possam levar para casa todas as suas compras. A partir de amanhã, quarta-feira 4 do 4, nada feito. Ema, Ema, Ema, cada um com seu pobrema. Nisso, um acordo foi firmado entre o Ministério Público e os supermercados, que dava 2 meses a todo mundo se enquadrar, e o consumidor que se ralasse. Ninguém consulta a nós, povão. Isso gerou até uma certa doideira, já que nem sacola biodegradável pode ser usada.