De início, a escala evolutiva relacionava espécies em algo semelhante a uma "escadinha evolucionária", indo desde o menos evoluído até o mais evoluído. Abaixo de tudo, acreditava-se, eram as archaeas, mas a terra do Sol Nascente provou que não, que há algo mais abaixo: político babaca.
O Ministro das Finanças do Japão tomou um shitake estragado, comeu sushi mal temperado e encheu a cara de saquê comprado pelo Mercado Livre. Só isso explicaria sua infeliz declaração em que pacientes idosos deveriam ser "autorizados a apressar a sua própria morte" (sic), de forma que não dessem mais gastos ao Estado.
Hoje é dia do Shogun Insano!
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Natal, Natal das crianças. Natal de André, o sábio. Esta é a época em que o vizinho chato, o cunhado explorador, a sogra fofoqueira, o flanelinha safado e muitas coisas lindas da sociedade se tocam que pelo menos uma vez por ano podem ser ao menos gentis. Sim, eu sei que muito disso é hipocrisia, mas – qual é? –, não custa aproveitarmos a data como uma reflexão de nosso próprio comportamento, onde a data deveria ser o espelho de nossas almas.
Ser rei nunca foi fácil. Se o pessoal hoje em dia já sente ciúmes do seu fusquinha porque eles andam de ônibus lotado (ou sentem as maravilhas do calor humano do metrô de São Paulo), imagine comandar um vasto império como o Egito, Egito-ê. Todo mundo é suspeito e até mesmo o inspetor Poirot ficaria em dúvidas. O segundo faraó da 20ª Dinastia estava caminhando placidamente pelo seu palácio. No sagrado ano de 1155 A.E.C., a tragédia (solo de tambores) abateu-se sobre o Império do Nilo. O filho de Rá sucumbiu à conspiração e seu fim foi decretado.
Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!
Deixe-me correr para corrigir o erro do título. Eu estava vendo a listagem de cabeça pra baixo. Mal aí, gente! Mais uma vez, nós mostramos a que viemos: sermos chacota no cenário mundial, mas parece que ninguém se importa. Por que alguém se importaria? Tal aconteceria se Educação fosse algo mais prioritário que verificar se acabou a lata de leite condensado.
Faz tempo que o Papa Palpatine XVI não dá as caras pela mídia. Cioso que ele tem que contribuir com o divertimento alheio e doido para aparecer, Bentinho, the 16th nos traz uma preciosa informação: Jesus teria nascido antes do que dizem que ele nasceu. Isso pode ser uma luz de êxtase em muitos corações, mas qualquer um que começou a ler a respeito hoje pôde comprovar isso, estando ao alcance de qualquer um que domine matemática de 2ª série (ou 3º ano) do Ensino Fundamental.
Tudo tem que ser verde, hoje em dia. Combustível tem que ser verde, casas têm que ser verdes, só podemos andar no verde, meu papagaio é verde e meu gerente recomenda o mesmo para a minha conta bancária (mas desejando ardentemente que não). Só que os atuais combustíveis verdes podem não ser tão verdes assim, como mostra um relatório que avalia a produção de combustíveis produzidos por algas e seu custo relativo.
Eu não sou mais criança. Sei bem que conceitos são lindos no papel, mas não passam de conceitos, não existindo no mundo real. Liberdade de expressão, debates civilizados e coisas assim são lindos em princípio, subitamente largadas de mão quando colocamos nosso primeiro post num blog e liberamos os comentários.