Tudo está ao alcance de um clique. Podemos encontrar qualquer um em qualquer lugar. Estamos a seis passos de separação de qualquer indivíduo. Certo? Nah, você já sabe que eu direi "Errado!" Algumas lendas urbanas pegam, ainda mais quando a amostragem é idiota e com um critério discutível. Isso começou na década de 1960, com um camarada chamado Stanley Milgram.
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O "bom", "justo" e "misericordioso" deus Javé, o glorioso Senhor dos Anéis Bíblico, jamais poderia ter confiabilidade científica. Podem alegar o que quiserem, podem ranger os dentes, estrebucharem e reclamar o quanto quiserem. Por mais que os defensores do Design Intelijumento (aquele que foi engenhosamente planejado para nos dar uma postura ereta e de presente ganharmos dores nas costas, partos dolorosos e incapazes de muita velocidade) queiram defender a tese de um ser poderoso e enormemente inteligente para conduzir nossos caminhos, a verdade é que o bom deus G-Ová jamais passará pelo crivo do método científico.
Nessa longa estrada da vida, estamos caminhando por algumas dezenas de milhares (e não milhões) de anos. Quando aparecemos, os dinossauros já não eram mais tão impressionantes. No máximo, algo que similar àquilo que põe ovo e faz cocó. Hoje, estamos em, mais ou menos, na soma de 7,28 bilhões de seres humanos. Como chegamos nesse número? Para onde vamos? Quem somos nós? Quem matou Odette Roitman?
No mundo das pessoas normais, quando você precisa de um funcionário, você contrata. Se você é uma empresa e não quer assinar carteira, você contrata uma empresa que terceirize o serviço. Se você é uma instituição de pesquisa e educacional, você faz de tudo para que suas atividades não cessem. Se você é o Brasil, caga e anda e fecha as portas.
Será que as pessoas já nascem com boa índole e altruísmo, ou qualquer influência externa pode nos fazer bonzinhos ou verdadeiros monstros? Existem várias explicações para o altruísmo. Alguns dizem que é inato, já nasce com a pessoa (enquanto outros nascem verdadeiros maníacos psicopatas). Outras teorias dizem que é um processo evolucionário, pois a ação de cuidar um do outro garante melhor sucesso de sobrevivência do que na base do "cada um por si".
Bactérias são criaturas muito legais. Ficam lá, não falam mal de ninguém, só comem, crescem e lhe causam infecções. Além de ser uma sem-vergonha que domina o mundo, as queridas bactérias felizes regulam sua taxa de crescimento individual, isto é, todas as bactérias têm o mesmo tamanho. Como? Por quê? É o que uma nova pesquisa procura entender.
Em janeiro de 2014, eu institucionalizei o pires estendido, solicitando contribuições, doações, sacrifício de primogênitos e baldes de água em noite de lua cheia. Como é muito difícil dispor de primogênitos e água, o pessoal preferiu ajudar este que vos escreve com alguns caraminguás. Sendo assim, nada mais justo que eu preste contas do quanto foi doado e dizer onde enfiei o dinheiro. Quantos blogs dizem quanto faturam por aí? Bem, Eu sou eu. Que se dane os outros.

Recordar é viver, já diz o ditado. Mas também tem o caso de simplesmente as pessoas não terem lido meus artigos. Foram 412 artigos. Mesmo quando sei que estarei fora, deixo alguns para publicação automática, que é o que aconteceu por estes dias. Dessa forma, quem não leu, terá oportunidade de ver uma amostra do que andei postando. Se você leu, relembre. Não há um critério sobre a escolha. Fui me lembrando, dei uma olhada ou outra e fiz esta relação com o que me chamou a atenção. Vocês podem escolher os melhores artigos. Que tal colocar nos comentários os dez melhores?