"Floquinhos de neve" é um termo surgido nos tempos ainda do Orkut (que Deus o tenha. Sabendo em qual comunidade entrar, aprendia-se e ensinava-se muita coisa). "Floquinho de neve" porque qualquer coisinha os deixava magoadinhos, e eles se derretiam. Outro termo surgiu para isso: "geração leite-com-pêra", pois vovó já traz tudinho pronto pra eles, essas fofuras. Esses anjinhos caídos do Céu (dica: Lúcifer foi o primeiro).
Papais superprotetores sempre dão um jeito de fazer as palavras de Fernando Pessoa soarem como um documentário: "Nunca conheci ninguém que tivesse levado porrada". Um exemplo é o caso de uma família de São Paulo que foi na justiça defender o filhotinho de 17 anos (uma criancinha, que vota para presidente e pode dirigir). Por quê? Porque ele se ferrou nas provas e papai e mamãe não aceitam.
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Convenhamos, Robocop é legal, mas ainda falta umas coisinhas básicas. Como aparecer numa explosão de chamas dizendo "Behold, you filthy mortals!". Se fizesse isso, a criminalidade acabaria mais rapidamente. Mas não! Tinham que colocar um ser humano zoado numa máquina mais zoada ainda!
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.
Sim, eu sei que vai ter mimimi porque não farei vídeos de novo. Como coisa que eu tenha todo o tempo do mundo. Não importa. Eu poderia dizer que o conteúdo é melhor que a forma, mas serei honesto e darei o verdadeiro motivo: Esta porcaria de site é meu e faço o que eu quiser.
Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.
Nossa presidente é uma maravilha com as palavras. Seus discursos seguem as finas minúcias da Última Flor do Lácio. Por causa disso, muitas vezes, ela é criticada, mas eu nem sei por quê? Pessoal reclama muito. Bem, terça-feira próxima passada, nossa excelentíssima chefe de Estado estava presente na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (uma espécie de OlimCapiaus). Como ela esquece de meter o pé na boca em determinadas situações, falou benzão da mandioca, Hades sabe o porque.
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Eu prometi, eu cumpro. Mais um vídeo para vocês. Dessa vez, com alguns outros comentários sobre o disse-me-disse do Ricardo Boechat e o magnífico e histriônico Silas Malafaia.