Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.
Um computador hiperpoderoso poderia simular esta realidade que aqui vivemos. Nós mal seríamos capazes de distinguir o que é real do que é simulado, e isso nos faz pensar: Isso que nós vivemos é real ou será que nós vivemos numa simulação por computador?
Seria possível que nós estejamos na Matrix? A resposta está bem no vídeo.

Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.
Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.
O Efeito Placebo é um dos efeitos mais estranhos e mais empregados no mundo científico. usado para testar remédios ou até para melhorar as condições de vida de um paciente, quando em um tratamento. Práticas de “medicina alternativa” sem querer, usam o efeito placebo, seja dando remedinho mais do que diluído até passe de mãos, agulhas enfiadas em você, olho de boi num copo d’água e até acupuntura placebo em que você não espeta agulha nenhuma fazendo o mesmo que se espetasse, mostrando que acupuntura realmente não passa de placebão.
Todo mundo que seja minimamente versado em como funciona a Ciência (cerca de 2% da população) sabe que acupuntura, homeopatia, fosfoetanolamina, radiestesia, toque terapêutico e colocar galhinho de arruda atrás da orelha são a mesma coisa: crendices. A pessoa acha que galhinho de arruda cura câncer e fosfoetanolamina traz boa sorte (ou algo assim), e não adianta tentar mostrar fatos. Mesmo porque, pode-se provar qualquer com eles.
Ontem (17/04) foi o melhor dos nossos dias, o pior de nossos dias e… Nah, que nada, foi mais um dia como outro qualquer na Câmara dos Deputados. Um festival de insânia, uma ópera-bufa que não é sem precedentes, pois aquilo acontece diariamente, só que somos alienados e não prestamos atenção. Foram xingamentos, gritos de louvor, loas a torturadores e um festival de assassinatos da Língua Portuguesa.
Sim, mais um artigo sobre fosfoetanolamina. Certas coisas são para postar sempre e sempre, para ver se as pessoas tomam vergonha na cara e deixam de ser burras e aprendem algo. Ok, nós sabemos que elas não aprenderão, pois religiosos fanáticos nunca aprendem, mesmo que esfreguemos as provas no focinho deles.
Eu até achei que demorou. Creio que as pessoas pararam para prestar atenção mais detidamente e acabou-se por descobrir um caso em que a fosfoetanolamina não só não curou o paciente, como deveria fazer, se eu for levar em conta o que os retardados disseram no Facebook, como ainda fez os tumores se espalharem por quase todo o corpo.
Adoro o mundo da pesquisa científica, mas tem horas que pessoal abusa. Não sei, eu sou velho, chato e ranzinza, mas acho que quando se pesquisa algo, sei lá, é para se obter conhecimentos novos, técnicas inovadoras e produtos que não existem. Entretanto, no mundo da Ciência Salame, consegue-se dissertações de mestrado sobre gente chupando gente e idiotas dizendo que próteses são eugenia.