As maquinações de um chimpanzé arisco deram aos cientistas o primeiro indício inequívoco de que os humanos não são a única espécie capaz de premeditar ações para o futuro não imediato. O primata em questão, habitante de um zoo sueco, armazenava projéteis para arremessar mais tarde nos visitantes, o que evidencia a capacidade de traçar planos espontâneos para serem concretizados mais à frente.
Esse comportamento foi relatado pelo biólogo Mathias Osvath, da Universidade de Lund (Suécia), em artigo publicado esta semana na Current Biology (ver resumo AQUI). Ele analisou o comportamento do chimpanzé Santino, do Zoológico de Furuvik, durante quase dez anos, e percebeu que o animal tinha o hábito de coletar pedras e produzir discos a partir de pequenos pedaços de concreto para, horas depois, atirar nos visitantes. Continuar lendo “Chimpanzés também são capazes de fazer planos para o futuro”

As hordas infernais do Império do Mal estão em franca atividade, e já não é de hoje. Elas estão agora voltadas a um novo inimigo: o Afro-Presidente-Jedi. Em janeiro,
O deserto Atacama situa-se na borda ocidental da América do Sul, cobrindo grande parte do norte do Chile e partes da Argentina. É o mais próximo possível de “chegar a Marte” permanecendo aqui na Terra. No alto do topo do vulcão de Socompa, na extremidade oriental do deserto do Atacama, a atmosfera é fina, a radiação ultravioleta é intensa, e o clima é seco. No entanto, o improvável foi encontrado: Vida.
Particularmente, eu nunca esperei justiça divina. E também, nunca levei religiões a sério, a ponto de achar que elas se importassem com os inocentes. E uma vez mais, não me sobrou nenhuma dúvida sobre a história criminosa no passado da Igreja Católica e nem dos podres que ela sustenta até hoje, tanto em termos de recursos humanos, como na teologia que produzem.
Por incrível que pareça, algumas coisas saem do non-sense e se transforam numa calamitosa sessão de disparates psicodélicos. Na boa, ou eu andei me enchendo de tudo que é drogas (lícitas e ilícitas) ou o mundo tá maluco ou tem algo muito errado com os retardados da Igreja Chatólica Pedófila Romana.
Senhoras e senhores, está entrando no ar a Voz do Ceticismo.net, sua defesa contra acefalia crônica e debilidade mental auto-infringida.
O fenômeno pelo qual uma substância inerte (por exemplo, um torrão de açúcar) parece ter propriedades curativas quando é administrada como um medicamento se denomina “efeito placebo”. Não precisa ser um comprimido inerte, também pode ser uma operação na qual não se remova nada, ou uma injeção de soro salino. Por que algo que não tem princípio ativo pode ter efeito? A explicação desse fenômeno é cada vez mais conhecida. O que se sabe derruba algumas ideias preconcebidas.
Como reconhecer um débil mental? De princípio, dado a natureza de nosso blog, poderiam pensar que seria andar com uma Bíblia debaixo do braço. Mas, não. Um verdadeiro idiota, estúpido, retardado, acéfalo, mentecapto, degenerado, inconseqüente e, por fim, um verdadeiro filho da puta anda com um tapete de carro na mão, pendurado feito uma jaca na janela de um veículo em alta velocidade.
Para quem não se lembra das aulas do colegial: a seleção natural e a teoria evolutiva propostas pelo naturalista Charles Darwin preveem a sobrevivência do mais adaptado às pressões ambientais. Segundo a teoria de Darwin, organismos mais adaptados às circunstâncias ambientais teriam maior chance de sobreviver e se reproduzir, gerando descendentes que propagariam suas características adaptativas. Dessa forma, a seleção natural promove uma biota dinâmica, que evolui a partir de variação genética, adaptação a diferentes ambientes e competição por recursos limitados.
O governo dos EUA fez um relatório anual no qual criticava a situação dos direitos humanos em todo mundo, e a mais criticada foi a China, dizendo que o quadro lá havia piorado e citando como exemplo a repressão dos dissidentes e minorias no Tibete. Os chineses não gostaram muito da estória e fizeram outro relatório, no qual taxaram os EUA de hipócritas. Veja algumas partes do relatório chinês: