Já falamos de todas estas baboseiras de fim-do-mundo. Tem mané, inclusive, que estocou alimentos e comprou um carro. Não entendi para que ele vai querer um carro depois que o mundo for pro saco, mas não é problema meu. Ainda hoje escutei que amanhã planetas irão se alinhar e outras bobagens semelhantes., como coisa que mecânica celeste é assim. As pessoas procuram tanto o fantástico aí fora que não têm tempo para ver o que temos de maravilhoso aqui mesmo, na Terra. E muitas dessas maravilhas vêm de fora da Terra, mas não de planetas e sim da tecnologia desenvolvida pelo próprio Homem.
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Ser rei nunca foi fácil. Se o pessoal hoje em dia já sente ciúmes do seu fusquinha porque eles andam de ônibus lotado (ou sentem as maravilhas do calor humano do metrô de São Paulo), imagine comandar um vasto império como o Egito, Egito-ê. Todo mundo é suspeito e até mesmo o inspetor Poirot ficaria em dúvidas. O segundo faraó da 20ª Dinastia estava caminhando placidamente pelo seu palácio. No sagrado ano de 1155 A.E.C., a tragédia (solo de tambores) abateu-se sobre o Império do Nilo. O filho de Rá sucumbiu à conspiração e seu fim foi decretado.
No filme do Indiana Jones, o arqueólogo malvadão sai em busca de caveiras pré-colombianas, as chamadas caveiras de cristal. Longe de serem artefatos extraterrestres, que na verdade eram "ossadas" de antigos ETs (sim, spoiler. E o dr. Jones tem um filho, o pai dele já tinha morrido e ele continua com medo de cobras. Me processe). Infelizmente, a realidade não é bem essa e as
Apesar das mãos estarem cheias de sangue, os romanos adoravam tomar banho. Não só por causa de questões higiênicas e sim porque os banhos romanos eram como os shopping centers de hoje. Na época, era o point onde o pessoal se encontrava para jogar conversa fora, fofocar a vida dos outros e tramar de que maneira se podia cravar um punhal nas costas do Imperador sem que desse muita bandeira.
Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.
O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Tanta coisa acontecendo no mundo e parece que jornalistas são as pessoas mais desinformadas. Assim, acabam requentando notícias velhas. Parece algo coo o editor chegando na redação e gritando "Vambora, Ambrósio, tu ainda não entregou a matéria". Então, o jornaleiro, digo, jornalista acaba redigindo qualquer besteira ou, então, tasca qualquer notícia velha para preencher o espaço e sai pra tomar café", como foi o caso da notícia em que o Observatório Vaticano disse que não descarta a possibilidade da existência de extraterrestres-telefone-minha-casa.
Fim de um mês, início do outro, 13º depositado, salário prestes a vir e as minhas merecidas férias se avizinham. O que poderia ser melhor que isso? Talvez um bando de lunáticos enchendo o saco, com as mesmas insanidades de sempre. Tem horas que eu realmente me pergunto se não é de propósito na base do "Mãe, ó eu na Vos dos Alienados!". Bem, se é isso, quem sou eu para criticar? Essa é a versão domingueira da sua série favorita: VOZ DOS ALIENADOS!
De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!